O SHOW DOS "REIS" DA LOGÍSTICA
21/12/2010 -
FORMANDOS & FORMADOS
LOGÍSTICA AUTOMOTIVA (O TÊNIS DO FUTURO)
English:
http://newslite.tv/2010/08/30/nike-patent-marty-mcflys-selfl.html
Empresa cria tênis autoamarrável. Protótipo é inspirado em "De Volta para o Futuro II".
No filme, de 1989, o protagonista Marty McFly viaja para o futuro e encontra uma série de maravilhas tecnológicas - entre elas um tênis que se ajusta eletronicamente ao formato do pé. Agora ele pode se tornar realidade: o tênis mágico foi patenteado pela Nike nos EUA e tem sensores que medem o formato do pé e acionam um motor elétrico que aperta ou afrouxa automaticamente os laços do tênis. A criação ainda não tem previsão de lançamento.
Mais detalhes:
http://newslite.tv/2010/08/30/nike-patent-marty-mcflys-selfl.html
DITO E FEITO - "LÁGRIMAS DE CROCODILO"
Choro do animal tem explicação fisiológica.
A frase, empregada para se referir a alguém que demonstra um choro fingido, tem registros desde o Egito antigo. Segundo escritos de Plínio, o Velho, do século 1, crocodilos que ficavam às margens do rio Nilo exibiam seus olhos lacrimejantes, dando a impressão de que choravam, para atrair e atacar as suas vítimas. Séculos depois, o dramaturgo inglês William Shakespeare fez alusão ao termo em "Otelo", de 1603: "Se com lágrimas de mulher fosse a terra fecundada, cada gota geraria um crocodilo". Há, no entanto, uma explicação fisiológica para o choro do animal. Como as glândulas salivares e lacrimais ficam próximas, quando ele mastiga, a pressão sobre elas aumenta, fazendo com que as lágrimas escorram.
Camila Stähelin - Fonte: Aventuras na História - Edição 89.
INSCRIÇÕES ABERTAS
Já estão abertas as inscrições para propostas de oficinas, palestras, exposições, lançamento de livros, mostra de cinema e vídeo e espetáculos teatrais e musicais que farão parte da programação do 24º Inverno Cultural da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). O prazo se encerra em 11 de fevereiro de 2011. A novidade deste ano é que as propostas serão recebidas exclusivamente via internet, no endereço www.invernocultural.ufsj.edu.br, no menu "Editais de Seleção 2011". Mais informações no Setor de Projetos Artísticos e Culturais ou na Secretaria da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários da UFSJ, pelos telefones: (32)3379-2501 ou (32) 3379-2510.
Lupa - Fonte: O Tempo - 23/12/10.
UM BURACO NO MURO...
Uma experiência muito bem sucedida de inclusão digital na Índia, que vale a pena conhecer.
Chefe de pesquisa e desenvolvimento do NIIT, um celebrado instituto de tecnologia da Índia, Mitra resolveu abrir um buraco no muro do prédio, vizinho de uma das maiores favelas de Nova Delhi, e instalar, voltado para o exterior, um computador com acesso à internet.
Vejam o que aconteceu:
http://www.youtube.com/watch?v=Xx8vCy9eloE
http://www.youtube.com/watch?v=Xx8vCy9eloE&feature=player_embedded#!
Fonte: Eduardo Mayer
(Colaboração: A.M.B.)
RANKING UNIVERSITÁRIO
A comparação das melhores universidades paulistas -USP e Unicamp- com as dez mais bem colocadas no reconhecido ranking Times Higher Education (THE) é reveladora. No cotejamento, salta aos olhos a disparidade entre as verbas de pesquisa que as instituições conseguem atrair.
A Universidade Estadual de Campinas, que amargou um longínquo 248º na classificação, contou em 2009 com R$ 248,1 milhões para financiar investigações científicas. As quatro primeiras colocadas -Harvard, CalTech, MIT e Stanford, todas americanas- obtiveram entre R$ 1,2 bilhão e R$ 3,8 bilhões cada.
A única com cifra comparável, R$ 300,9 milhões, ocupa a quinta posição, Stanford. Mas só tem 7.500 estudantes de graduação e pós, contra 33 mil da Unicamp.
Pior figura faz a Universidade de São Paulo, 232ª colocada no ranking. A principal universidade do país, com mais de 82 mil graduandos e pós-graduandos, não sabe informar qual é a verba de pesquisa que manuseia.
Embora o valor de verbas para pesquisa não seja o critério que mais pesa no ranking (5,25% do escore final), trata-se de excelente indicador de prestígio e competitividade. As universidades brasileiras precisam cuidar melhor da qualidade dos dados que coletam e transmitem às organizações classificadoras, para garantir que recebam destaque merecido.
As mais destacadas instituições universitárias do país são organizações pesadas e burocráticas, acostumadas ao financiamento garantido pelo dinheiro público. No caso das paulistas, pela parcela fixa de 9,57% da arrecadação do ICMS. À USP cabe pouco mais de 5% do arrecadado e à Unicamp, 2,2% (o restante vai para a Unesp).
No ano passado, as duas receberam, respectivamente, R$ 2,89 bilhões e R$ 1,28 bilhões. Para a Unicamp, essa fonte representa 72% do orçamento total. Harvard, em contraste, recebe do Estado menos de 17% de seus recursos.
Várias outras características distinguem as universidades paulistas das que estão no topo do ranking. Estas são bem mais antigas, como a britânica Cambridge, fundada em 1209. Cobram mensalidades de seus alunos e têm entre eles mais estrangeiros -até 38%- do que USP (2%) e Unicamp (4%).
A comparação direta, nesse sentido, pode ser injusta e até inapropriada. Afinal, análise dos próprios autores do ranking THE indica que as instituições de São Paulo, precisamente por contarem com financiamento assegurado, são as universidades sul-americanas com melhor chance de vir a integrar a classificação das 200 melhores do mundo (em outro ranking, o da Universidade de Xangai, a USP está em 143º).
A China tem seis universidades entre as 200 melhores. A Turquia, duas. São países emergentes, como o Brasil, que não têm como escapar da necessidade de gerar tecnologia e inovação. Nossas melhores universidades, USP e Unicamp, precisam tornar-se de fato as instituições de classe internacional de que o país precisa.
Editoriais - Fonte: Folha de S.Paulo - 21/12/10.
Times Higher Education (THE) - http://www.timeshighereducation.co.uk/
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