O SHOW DOS "REIS" DA LOGÍSTICA XXXIV
28/08/2008 -
FORMANDOS & FORMADOS
LOGÍSTICA ANTIGA
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http://www.mswi.org/TallShip.html
http://www.tallshipsliverpool.co.uk/the-tall-ships-races
http://www.thetallshipsraces2008denhelder.nl/Default.aspx?tabid=89
Barcos europeus antigos participam de desfile anual no porto Den Helder. O Tall Ships’ Races realizou-se pela primeira vez em 1956, entre Torbay, ao Sul da Inglaterra, e Lisboa, por iniciativa de um grupo de entusiastas da vela. A regata teve desde logo como objetivo primeiro formar a juventude através da prática de um desporto que assenta nos valores do trabalho de equipe, da solidariedade e da amizade entre os países.
Fonte: Folha Online - 23/08/08.
PALAVRA DA SEMANA: PERIPÉCIA
O sentido dessa palavra não é “malabarismo”. É “acontecimento inesperado ou imprevisto” ou “situação que muda de repente”. Logo, perder o emprego é uma peripécia. Encontrar outro é que é malabarismo.
Max Gehringer - Fonte: Época - Número 536.
ENTIDADES DEVEM FISCALIZAR PROFISSÃO E COMPANHIAS
Nem toda profissão regulamentada é regulada por um conselho. Mas, para as que são, o registro e o pagamento da anuidade são obrigatórios.
Cabe ao órgão fiscalizar os profissionais e as empresas que atuam na área.
Os conselhos regionais de química, por exemplo, são responsáveis por fiscalizar desde as atividades de uma indústria de tintas até a contratação de responsáveis pela qualidade da água fornecida pela prefeitura.
Cabe aos CRMs (conselhos regionais de medicina), entre outras funções, receber denúncias e julgar casos de erro médico, cassando, em alguns casos, o registro do profissional.
Na prática, a maioria dos conselhos atua além da fiscalização. A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), por exemplo, tem tradicional atuação política no país.
Os CRMs, por sua vez, envolvem-se na legislação relacionada à saúde pública e também na formação do profissional. "Nossa luta é contra a abertura indiscriminada de cursos, e defendemos a obrigatoriedade de um exame", diz o diretor e primeiro secretário do CRM-SP, Renato Azevedo Júnior.
Polêmica: A existência das instituições e as funções atribuídas a elas são polêmicas -sobretudo quando a atuação do conselho mistura-se à de sindicatos.
"Deveria haver conselho somente para as profissões cujo exercício tenha alguma relação com a segurança das pessoas", opina Hélio Zylberstajn, especialista em relações trabalhistas da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo.
"Eles teriam de fiscalizar, mas se preocupam com objetivos sindicais, como fixar valores mínimos de honorários."
A advogada Fabíola Marques, presidente da Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo, explica que as duas entidades não devem se confundir.
"O conselho tem o objetivo de defender a sociedade dos maus profissionais e defender o livre exercício dos bons. O sindicato representa a classe profissional e a categoria em uma convenção com empregados, por exemplo", afirma.
Fonte: Folha de S.Paulo - 24/08/08.
DIFERENÇAS ENTRE CONSELHOS E SINDICATOS
O registro no conselho é obrigatório para o exercício legal da profissão. Já a filiação a um sindicato é opcional
Um sindicato representa um segmento da sociedade civil. O conselho atua em nome do governo. Enquanto um age para defender uma categoria, o outro serve para fiscalizar o bom exercício da atividade profissional
Integrar a diretoria ou o conselho fiscal de um sindicato traz estabilidade provisória no emprego e na função. Os membros dos conselhos não têm esse benefício
Os conselhos têm de contratar por concurso público e licitações. Os sindicatos, não
Fonte: Folha de S.Paulo - 24/08/08.
COMO SER CONTRATADO PELAS MELHORES EMPRESAS
Especialistas em recursos humanos dizem o que faz a diferença na hora das entrevistas.
Quando uma empresa muito boa abre vagas, o número de concorrentes costuma ser alto. Muitos terão competência técnica e a experiência requerida. Por isso, quem consegue o emprego, em geral, é quem consegue se destacar em outros quesitos. Mas quais? Para mostrar como aumentar as chances de ser contratado, recorremos a um grupo de especialistas acostumados a contratar profissionais para grandes empresas. Eis o resultado:
1. Defina as empresas nas quais você gostaria de trabalhar
Não adianta sair disparando currículos sem critério nenhum. Quem faz isso acaba sendo chamado para trabalhar numa empresa que nada tem a ver com seu perfil profissional. É melhor fazer uma lista com os nomes das empresas que se encaixam em seu perfil profissional – e dar os tiros certos.
2. Contenha-se no currículo
Um recrutador típico gasta 40 segundos para guardar ou jogar fora um currículo. Por isso, seu currículo deve ter, no máximo, duas páginas. Destaque as principais atividades que desenvolveu e os resultados obtidos. Detalhes como experiência profissional no exterior e participação num projeto importante contam pontos.
3. Vire um contador de histórias
Todas as histórias profissionais têm altos e baixos. É importante que você saiba apresentar sua vida profissional como um caminho coerente. O que você viveu conta pontos. Como você se transformou conta mais.
4. Tenha bons modos
Parece óbvio, mas faz muita diferença. Paciência, tranqüilidade, educação ao tratar os outros impressionam positivamente. Em igualdade de condições, o comportamento é um fator decisivo na contratação. Demonstrar vontade de aprender é crucial.
5. Seja curioso
Na hora da entrevista, faça perguntas sobre a empresa. Não esqueça que não é só o entrevistador quem avalia. Você também está analisando a empresa.
6. Explicite seus valores pessoais
As empresas têm uma preocupação especial em saber se há compatibilidade entre seus valores e os de seus funcionários. A preocupação com o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e a dedicação a algum tipo de trabalho social costumam ser vistas com simpatia.
7. Não exagere
Não tente impressionar com conhecimentos que você não domina – mas também não sabote a si mesmo. Nessas horas, é melhor ser autêntico e sincero. Candidatos que são flagrados mentindo são descartados na hora.
8. Turbine seus conhecimentos
Faça uma especialização. Mas cuidado para não investir tempo e dinheiro em escolas ou cursos que pouco tenham a ver com seus planos. As empresas valorizam currículos que apresentam nomes de instituições que são referência.
9. Faça pesquisa criativa
Não dá para ir a uma entrevista sem conhecer bem a empresa. É preciso visitar o site da organização, conhecer seus produtos, estudar o mercado em que ela atua e saber quais são seus concorrentes. A maioria dos candidatos à vaga fará isso. Então como se destacar? Saiba mais. Faça uma pesquisa melhor que a dos outros. Fale com clientes, tenha idéias para produtos. Lembre-se: você quer trabalhar lá, não quer? Então, comece trabalhando.
10. Ajuda conhecer alguém
Ter uma boa rede de contatos é meio caminho para conquistar a vaga. Boa parte das 100 Melhores Empresas estimula seus funcionários a indicar pessoas para trabalhar. Poucas divulgam suas vagas para o mercado ou em anúncios em jornais. Portanto, saia da toca, freqüente congressos e feiras, faça novas amizades, troque cartões, telefone para os amigos...
Consultoria: Lucia Costa, sócia-diretora da Mariaca Lee Hecht Harison; Márcia Fernandes, diretora de RH da Promo; Fabiana Nakazone, gerente da divisão do Grupo DMRH – Companhia de Talentos; Fátima Zorzato, presidente da Russell Reynolds; e Laís Passarelli, sócia-diretora da Passarelli Consultores.
Denise Ramiro - Fonte: Época - Número 536.
CARREIRA - TRADUTOR
Todo idioma tem suas expressões populares e gírias, que, se fossem traduzidas ao pé da letra, ficariam incompreensíveis ou até cômicas. Para achar o melhor correspondente na outra língua, o trabalho de um tradutor é essencial por estar familiarizado com termos estrangeiros. Conhecer as características de uma outra língua exige estudo e pesquisa.
Além de buscar a melhor maneira para transmitir a idéia principal das falas de filmes estrangeiros para, no nosso caso, o português, o tradutor também passa para outra língua livros e relatórios jurídicos, médicos, esportivos, textos escolares e outros documentos.
No Brasil, há cerca de 30 cursos de formação para tradutores, que podem trabalhar em diversas áreas, desde ONGs até grandes empresas.
O mais comum são os tradutores freelancers, ou seja, sem vínculo empregatício. Mas há alguns escritórios que possuem um departamento de tradução, como ocorre no Pinheiro Neto Advogados, que tem um setor com sete tradutores exclusivos, que trabalham com textos jurídicos.
A aluna da PUC-SP Rheni Victório, 24, prefere ser freelancer. Ela juntou duas áreas de que gostava e hoje trabalha com tradução jornalística. "Pensava em prestar jornalismo, mas sempre tive jeito para o inglês", diz ela, que aprendeu a língua estrangeira sozinha. Hoje, presta serviço para uma agência de notícias norte-americana trabalhando em casa. "Computador e dicionários são as minhas ferramentas."
Na PUC-SP, o curso tem duração de quatro anos. Uma novidade para 2009 é que o curso deve voltar ao que era até o ano passado, quando o vestibulando prestava letras em inglês e, ao final do primeiro ano, escolhia graduar-se em tradução.
Os alunos que ingressaram neste ano só tinham como opção licenciatura em inglês e depois habilitação em tradução. "Vimos que este processo não deu certo", afirma Reynaldo Pagura, que é tradutor e chefe do departamento de inglês da universidade.
Outra mudança que ocorreu foi o fim, a partir deste ano, dos cursos de tradução em francês e em espanhol. "Não havia público para estas línguas."
Tradução juramentada: Uma área que o profissional pode seguir é a da tradução juramentada. Para seguir essa carreira, o tradutor deve realizar uma prova oferecida pelas juntas comerciais dos Estados. A diferença do tradutor para o tradutor juramentado é que o segundo trabalha com documentos oficiais e não pode ser ligado a nenhuma empresa.
O valor cobrado pelos dois tipos de tradutor é o mesmo: no Estado de São Paulo, R$ 25 por uma lauda simples, que são 25 linhas datilografadas ou mil toques no computador sem contar os espaços em branco.
Já um texto especial, como o de documentos jurídicos ou científicos, sai por R$ 35 a lauda. No entanto, em caso de urgência -quando o cliente precisa do texto traduzido em um dia -, o valor pode dobrar.
Uma área do mercado que está em crescimento é a de legendagem. Com canais de televisão estrangeiros entrando no país, o tradutor tem mais oportunidades de trabalho.
"O trabalho do tradutor possibilita a disseminação das mais recentes descobertas de diversos conhecimentos", diz Marilei Amadeu Sabino, coordenadora da Unesp, a única instituição pública paulista que oferece o curso, segundo o MEC. (LUISA ALCANTARA E SILVA).
Formação de intérprete pode ser dada junto: Algumas instituições oferecem a graduação em tradução em conjunto com a de interpretação. Mas são áreas distintas.
Esta última forma profissionais aptos a atuar em dublagem simultânea, como ocorre durante a transmissão do Oscar na TV Globo, por exemplo. Mas podem também trabalhar em conferências no mundo inteiro, como as da ONU, que congregam líderes de vários países.
"O tradutor trabalha com textos, e o intérprete, com a parte oral", afirma o professor Reynaldo Pagura, chefe do departamento de inglês da PUC-SP, onde é oferecida a graduação em tradução.
Segundo o MEC (Ministério da Educação), há 19 cursos em que tradução e interpretação são oferecidas juntas no Brasil. A Metodista e a Uninove, por exemplo, são duas das instituições que oferecem as áreas em conjunto.
"Embora durante o curso o aluno desenvolva preferência por uma área, o embasamento que ele vai ter nas duas [tradução e interpretação] é o mesmo", afirma Márcia Fusaro, coordenadora do curso de tradutor e intérprete da Uninove. Segundo ela, quem se identifica mais com tradução pode escolher fazer estágio nessa área e vice-versa.
O estágio em qualquer curso de tradução é obrigatório. Na Uninove, tem duração de um ano. No quinto semestre, o aluno desenvolve um glossário temático com 300 verbetes. No sexto e último, deve conseguir um estágio em alguma empresa.
Fonte: Folha de S.Paulo - 26/08/08.
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