DIREITO AO COQUETEL
SALVATORE’S LEGACY
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http://www.thespiritsbusiness.com/2012/10/salvatore-calabrese-creates-worlds-most-expensive-cocktail/
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http://www.metro.co.uk/weird/914830-mixologist-creates-worlds-most-expensive-cocktail
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http://www.huffingtonpost.com/2012/10/12/worlds-most-expensive-cocktail_n_1961526.html
Payboy Club of London –
http://playboyclublondon.com/?splash=true
http://www.facebook.com/pages/Playboy-Club-London/187369774614346?ref=ts&fref=ts
Salvatore Calabrese –
http://salvatore-calabrese.co.uk/
http://www.facebook.com/?q=#/pages/Salvatore-The-Maestro-Calabrese/164068420323527?ref=ts&fref=ts
"Brinde de US$ 8 mil"
Misture 40 ml de Cognac Clos de Griffier Vieux de 1788, Kümmel de 1770, 20 ml de Curaçao Laranja Dubb de 1860, duas gotas de Angostura Bitters de 1900 e pronto: você terá em mãos o “Salvatore’s Legacy”, o drink mais caro do mundo. O coquetel, apresentado na semana passada pelo lendário bartender ítalo-britânico Salvatore Calabrese, está à venda no cassino The Playboy Club de Londres por US$ 8,8 mil. A bebida superou em mais de US$ 2 mil o recorde de coquetel mais caro anterior, que era de um Hotel de Dubai.
Antonio Carlos Prado e Laura Daudén – Fonte: Isto É – Edição 2241.
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Playboy Club de Londres –
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Salvatore Calabrese –
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DIREITO, O JOVEM CONFUSO
DE TEMPOS em tempos crescem as reclamações contra a aplicação oficial do Direito. Apontam defeitos nas interpretações conflitantes, criadas para cada item de ajuste do caso concreto aos percalços da lei. O mensalão está aí para estimular a discussão.
Não existem, na arte/ciência jurídica, informações sobre toda sua evolução. Tomando arbitrariamente o Código de Hamurabi, editado ao redor de 1760 a.C., é possível dizer que, nos milhões de anos do planeta Terra, foi a primeira formulação ordenada do Direito. A iniciativa de Hamurabi, nascido por volta de 1792 a.C. e falecido em 1750 a.C., sexto soberano da Babilônia, há uns 38 séculos, é quase nada na longa vida do planeta. É muito tempo na aventura do Direito. Apesar disso, estamos longe do enunciado e da interpretação uniforme das regras jurídicas. Continuam parecendo confusas para a maioria dos povos, inclusive o nosso.
A dificuldade seria maior se pudéssemos ir mais longe na carreira dos ancestrais humanos, de quando o primeiro deles se sustentou em pé. Pensando na maçã terrestre, a pobreza de dados concretos é grave no hemisfério norte. É imensa, descomunal, ao sul. Entre as poucas informações chegadas aos nossos dias, há segmentos esparsos, colhidos no Egito, também anteriores à era cristã. Viemos todos da civilização composta ao norte da linha do Equador, na Europa e na Ásia. Os informes disponíveis não definem nem mesmo toda a estrutura e organização social egípcia, embora seja a que deixou maior número de sinais, sob controle dos faraós.
Abaixo do Equador foi pior. Há menos de 600 anos, porém, a "civilização" da metade norte avançou para o segmento meridional da Terra. Tribos da América do Sul, habitantes espalhados por ilhas e terras do oceano Pacífico, da Austrália e, genericamente, abaixo do trópico de Capricórnio foram "civilizados" ou mortos pelos dominadores.
O Direito no Código de Hamurabi continha normas sobre a família, a propriedade, a criminalidade, os crimes e suas penas, sendo frequente a de morte. No Oriente Médio brotaram mecanismos da ordem constituída de hoje. No Egito, acima da horda de escravos, havia os primeiros mecanismos dessa estruturação sugerida na Pedra de Roseta. Recebeu inscrições (decifradas por Champolion) nesse sentido, mas apenas de 200 a 150 anos antes de Cristo. Não é exagerado dizer que naquele tempo o direito privilegiava os soberanos e suas famílias, os religiosos e os militares, todos integrados à estrutura de mando. A grande massa do povo tinha poucos direitos, sendo a escravatura absolutamente aceita em todos os povos.
Parece razoável admitir que o salto do homem das cavernas para os antecedentes imediatos do Homo sapiens, até o Direito conforme o conhecemos, talvez tenha 5.000 anos. É um nada, ou quase nada, na comparação entre a Idade da Pedra e o restrito tempo em que o Direito foi apresentado à maioria dos seres humanos. Pense o leitor que o Brasil não tem nem dois séculos como país independente. É mais um dado a sugerir que, embora pareça estranho, na curta vida do Direito não se possa exigir mais clareza nas muitas vias de sua interpretação. Trata-se de jovem muito confuso.
Walter Ceneviva – Fonte: Folha de S.Paulo – 20/10/12.
LIVROS JURÍDICOS
AS GOLDEN SHARES NO DIREITO SOCIETÁRIO BRASILEIRO
AUTOR Juliana Krueger Pela
EDITORA Quartier Latin (0/xx/11/3101-5780)
QUANTO R$ 64 (227 págs.)
Rachel Sztain, no prefácio da tese de doutorado (Fadusp), fala do suporte legal da emissão da golden share e acentua sua importância na governança das companhias. A conclusão mostra sua crença no êxito desses títulos, sob o crivo da licitude, na aplicação ao nosso Direito.
A NEGOCIAÇÃO COLETIVA E A EXTINÇÃO COMPULSÓRIA DO CONTRATO DE TRABALHO
AUTOR Tercio Roberto P. Souza
EDITORA LTr (0/xx/11/2167-1100)
QUANTO R$ 35 (133 págs.)
Em dissertação de mestrado, Souza dá amplitude aos direitos fundamentais e do direito do trabalho. Vê a Constituição e o pluralismo nas relações coletivas no quadro da democracia constitucional. Compõe garantia de emprego e chega à extinção do contrato do trabalho.
CRIMES ELEITORAIS E PROCESSO PENAL ELEITORAL
AUTOR Luiz Carlos dos Santos Gonçalves
EDITORA Atlas (0/xx/11/3357-9144)
QUANTO R$ 49 (208 págs.)
O crime eleitoral (sua definição, interpretação e classificação) vem bem sistematizado nos terceiro e quarto capítulos. Mostra tipos penais próprios da espécie. A discussão do processo abre caminho para as páginas sobre o processo penal eleitoral, em leitura fácil e útil.
CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO
AUTOR Mauro Sérgio dos Santos
EDITORA Forense (0/xx/21/3543-0770)
QUANTO R$ 99 (820 págs.)
Conforme enuncia o autor, a obra "abarca todo o conteúdo do direito administrativo". Entremeadas com os 18 capítulos estão páginas com questões para concursos da administração. Houve cuidado ao selecionar a jurisprudência dos temas essenciais e fornecer, após a seleção das questões, o correspondente gabarito.
REGISTROS PÚBLICOS, NOTÁRIOS, REGISTRADORES E PROTESTOS
AUTORES Kristine Barci Gugliotti e Francisco Luiz Barci Jr.
EDITORA Atlas
QUANTO R$ 35 (192 págs.)
Na série "Leituras jurídicas" a obra resume todo o tema próprio do título. Cada capítulo é acrescido por questões de concurso.
TEMAS ESSENCIAIS DE DIREITO EMPRESARIAL
AUTOR Obra coletiva
EDITORA Saraiva (0/xx/11/3613-3344)
QUANTO R$ 220 (1.096 págs.)
Estudos em homenagem a Modesto Carvalhosa, coordenados por Luiz Fernando Martins Kuyven, têm a originalidade da entrevista do homenageado, em seus 80 anos.
Fonte: Folha de S.Paulo – 20/10/12.
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