Faculdade Mental
NOSSOS COLUNISTAS - 20/01/2011
  

CRIATIVIDADE NO MARKETING

PROPAGANDAS INTELIGENTES (MARK TWAIN)
English:
http://www.earthcam.com/usa/missouri/hannibal/
http://www.marktwainmuseum.org:80/
http://www.nola.com/bridgecam/video/
Faça roteiro virtual por sites relacionados a Mark Twain...
O escritor norte-americano Mark Twain (1835-1919), pouco menos de um ano após seu centenário de morte, entra de novo em pauta por conta de alterações na nova edição de seu clássico, "As Aventuras de Huckleberry Finn", pela editora americana NewSouth Books, que trocou o termo "nigger" [algo como crioulo] pela palavra "slave" [escravo].
Além de discutir a polêmica em fóruns, internautas fãs de Twain podem fazer um roteiro pela internet inspirado no autor norte-americano.
Há, por exemplo, uma webcam ao vivo (http://www.earthcam.com/usa/missouri/hannibal/) mostrando a casa onde o escritor cresceu, em Hannibal, no Missouri. Nesta época do ano, a casa de muro branco está coberta de neve.
A casa abriga um museu, Mark Twain Boyhood Home and Museum (museu e casa da juventude de Mark Twain), cujo website (http://www.marktwainmuseum.org:80/) traz informações sobre exibições, sobre o autor e uma galeria de fotos. Há ainda um tour virtual pela propriedade, que inclui oito prédios.
Com alguma perseverança, é possível avistar o famoso rio Mississippi, que tanto marcou a obra de Twain, no fundo da imagem que mostra a fachada do museu.
Caso não seja o suficiente, há uma webcam (http://www.nola.com/bridgecam/video/) mostrando, em tempo real, o Mississipi e uma grande ponte, em Nova Orleans.
Fonte: Folha de S.Paulo - 13/01/11.


PROFESSOR TOM COELHO
www.tomcoelho.com.br www.setevidas.com.br. (Confira o logo do FM - http://www.tomcoelho.com.br/sites.asp?PN=3&intervalo=10&t=) 
As Três Faces do Respeito em Vendas
*por Tom Coelho


“Há os quase cegos, pois só enxergam o que querem ver.
Há os quase surdos, porque só ouvem a sua própria voz”.
(Valmor Vieira)


Um empresário decide expandir sua atividade mercantil. E, consciente da importância de um departamento comercial forte, resolve estruturá-lo mediante a criação de uma Gerência Nacional de Vendas e de Gerências Regionais, além da contratação de vendedores e representantes por todo o país.
O processo seletivo é tecnicamente o melhor possível. Anúncios em jornais de grande circulação sem especificação da empresa contratante; triagem inicial dos currículos recebidos, com base em critérios predeterminados; dinâmicas de grupo conduzidas por psicólogos e em lugar neutro; entrevistas finais com participação do RH.
Formada a equipe, esta segue para um trabalho de imersão em um final de semana, num hotel-fazenda, num ambiente capaz de promover a integração de todos, ocasião na qual os valores, missão e visão da empresa são compartilhados e, fundamentalmente, os produtos são apresentados detalhadamente, permitindo o conhecimento de todas as suas características técnicas, pontos fortes e fracos, principais concorrentes e argumentos de venda.
Findo o treinamento, o exército está formado. Todos estão alinhados, imbuídos do mesmo sentimento e propósitos. Metas estão estabelecidas. O fardamento é novo, o armamento é adequado. O empresário está certo de que, em breve, começará a colher os frutos.
Todavia, decorridos três meses, os resultados são pífios. Poucos negócios fechados, raros clientes fidelizados. A estrutura corporativa sequer tem seu custo operacional suportado. O empresário sente-se traído. E questiona-se: “Onde errei? Afinal, contratei os melhores profissionais, procurei treiná-los e motivá-los, concedi-lhes toda infra-estrutura e suporte possíveis...”
Um profissional de vendas decide ampliar sua carteira de empresas representadas. Compra um jornal de grande circulação no domingo e sente-se seduzido por um anúncio muito ponderado, com proposta de trabalho interessante, porém sem contratante especificado.
Ele envia seu currículo, é chamado para uma dinâmica de grupo, depois para uma entrevista com o diretor da área, acompanhada de perto pelo RH. Sua contratação é efetivada e ele participa de um evento promovido pela empresa em um hotel-fazenda, quando confraterniza com seus novos colegas de trabalho, conhece os propósitos e diretrizes da companhia, além de tomar ciência de toda a linha de produtos.
Porém, transcorridos três meses, os resultados não são satisfatórios. Vários contatos foram feitos, muitos clientes potenciais foram cadastrados. O profissional realizou visitas, efetuou telefonemas, despachou folders e amostras. Conquistou algumas contas, mas em número insuficiente para atender às suas necessidades financeiras imediatas. Ele recorre à empresa, que lhe nega antecipação de comissões – menos porque foge da política de remuneração e mais porque as metas não foram atingidas. O profissional sente-se desrespeitado. E questiona-se: “Onde errei? Afinal, dediquei-me à empresa, coloquei seus produtos em novos pontos de venda, tornando-os conhecidos, vesti a camisa...”
Onde mora a razão?
A verdade está em ambos. Tanto o empresário quanto o profissional de vendas sentem-se frustrados por conta dos resultados em curso muito embora tenham se empenhado. Porém, preocupados em encontrar justificativas, buscam-nas não em si próprios e menos ainda nas dificuldades enfrentadas pelos colegas de batalha. Buscam apenas transferir ônus e responsabilidades.
Ao empresário, falta-lhe a sensibilidade para compreender que alguns frutos demoram a amadurecer por conta da peculiaridade de sua própria semente. Clientes precisam ser conquistados e isso, não raro, demanda tempo. Além disso, para o profissional de vendas, infra-estrutura não é tudo. Mesmo que a empresa lhe disponibilize um veículo, cota semanal de combustível, vale-refeição, material promocional e de apoio a vendas, enfim, mesmo com todo este arsenal, há uma pessoa com necessidades, desejos, anseios e inseguranças por trás desta armadura. Assim, sem suporte financeiro e estabilidade emocional, não há quem tenha disposição de realizar bons negócios. Por isso, recomendo aos empresários que sejam criteriosos e rigorosos na escolha de suas equipes e estejam preparados para investir nestes talentos o tempo suficiente para que possam mostrar a que vieram.
Ao profissional de vendas, falta-lhe a percepção de valor, às vezes intangível, presente nas ações corporativas engendradas pela empresa. Reconhecer os esforços feitos e os investimentos realizados em termos de ambiente, qualificação e capacitação. Observar que há outros departamentos na empresa, prioridades diversas e um fardo representado pela elevada carga tributária e juros extorsivos. E compreender que o negócio somente se torna perene quando rentável.
Quando os dois lados, empresário e vendedor, passarem a enxergar sob outra ótica e a ouvir outras vozes, respeitando-se mutuamente, ainda será preciso que eles se lembrem de que apenas ofertando produtos e serviços diferenciados, prestando atendimento personalizado e superando expectativas, ou seja, apenas respeitando os interesses do cliente, será possível prosperar.
25/10/2004 - Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 15 países. É autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela Editora Saraiva, e coautor de outros quatro livros.
Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br.
Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site www.tomcoelho.com.br e comunicada sua utilização através do e-mail talento@tomcoelho.com.br


ADM. MARIZETE FURBINO
http://www.marizetefurbino.com/ (Confira o logo do FM - http://www.marizetefurbino.com/parceiros.asp)
“RATOS descontentes viram-se contra GATOS gordos”.
Por Adm. Marizete Furbino


"Enquanto o poço não seca, não sabemos dar valor à água.”
(Thomas Fuller)


As bases da administração do séc.XIX foram ditadas por Taylor, Fayol e Ford, onde o empregado era visto como indivíduo resistente, cujos esforços precisavam ser predefinidos, monitorados, e sancionados.
No séc.XIX – viu-se a emergência do empreendedor de negócios.
A partir do séc.XX – viu-se a emergência do empreendedor de vida, aquele indivíduo que participa ativamente da construção e sustentação de uma identidade própria, aquele indivíduo que sabe aonde quer chegar consciente de seu percurso e sabedor de seus objetivos e metas.
No séc.XXI – o indivíduo que faz parte da empresa não será visto como um objeto e sim como sujeito valioso de toda história organizacional. Além do bom atendimento, querem e exigem consideração. A gestão se baseará em compartilhamento de poder, confiança, negociação, reciprocidade, compromisso e envolvimento.
Presas às rápidas mudanças, as micro e macro empresas enfrentam grandes desafios à sua consolidação no mercado, sentem necessidades emergentes de adequação, caso contrário estarão fadadas ao fracasso.
Os funcionários, agora denominados colaboradores, sentem necessidade de participar ativamente do processo de gestão, dando suas contribuições, opiniões e sugestões, enfim, exigem ciência de onde trabalhar na empresa, o que fazer, como, quando e porque fazem tais ações. São conscientes que fazem parte da empresa, são na verdade colaboradores empreendedores, fazendo jus ao título de “colaborador”. É preciso que não haja descontentamento por parte de quaisquer Stakeholder, pois, isso poderá comprometer toda organização.
A organização do séc.XXI é consciente de que o maior capital dentro de uma empresa chama-se capital intelectual, portanto considera as pessoas como seu maior bem, um patrimônio intangível. Sabedora de que o conhecimento faz parte do capital intelectual e que ele se concentra nas pessoas, valoriza em demasia cada colaborador, desde o mais baixo escalão até a direção da organização, sem distinção.
Portanto, a empresa do séc. XXI considera seu colaborador como um ser biopsicossocial, que possui anseios, necessidades e talentos próprios e que se não cuidar bem deste patrimônio, corre o risco de naufragar no mercado, já que cada profissional ali existente contribui e muito para o desenvolvimento organizacional.
É preciso que se tenha cuidado ao recrutar, selecionar e manter seus colaboradores, investindo mais e mais nos mesmos, pois se sabe que, investindo nas pessoas que fazem parte da organização, o gestor estará investindo na própria empresa, uma vez que tais pessoas irão aplicar os conhecimentos adquiridos em prol da empresa de que fazem parte, contribuindo assim, para que a empresa se solidifique neste mercado cruel, onde a competitividade é tão acirrada. Portanto, o capital humano, faz todo o diferencial para uma empresa, constituindo-se em uma vantagem competitiva.
Concluímos que é de extrema importância, que a empresa reconheça os colaboradores como um patrimônio intangível valioso, que a participação efetiva dos mesmos é necessária para que a empresa tenha sucesso neste mercado cruel onde a competitividade é tão acirrada.
28/07/2007 - Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pelo UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora de Empresa e Professora Universitária no Vale do Aço/MG.
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br
Reprodução autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado a autora e o site www.marizetefurbino.com e comunicada sua utilização através do e-mail marizetefurbino@yahoo.com.br


PROFESSOR X


O MUNDO "BETA PERMANENTE"
Um produto de alta tecnologia ainda em teste está na chamada fase beta. Daí surgiu a expressão "beta permanente": o produto continua em teste mesmo depois de entrar no mercado, vivendo em constante renovação, como se o definitivo fosse o provisório, sempre aberto às mais diferentes colaborações e revisões.
Estar inacabado não é necessariamente um problema porque, na era da informação, se inova sempre e cada vez mais rapidamente.
Muitas empresas estão entregando seus produtos em fase "beta permanente", o que, até há pouco tempo, seria visto como um descuido.
O mundo "beta permanente" já está moldando a forma como trabalhamos, ensinamos, aprendemos e produzimos: basta ver a velocidade com que os mais jovens se adaptam às novas tecnologias. Ou como cada vez mais rapidamente as empresas se desfazem.
É isso que torna ainda mais dramática a série de informações divulgadas, na quinta-feira passada, pelo Ministério da Educação sobre o ensino superior: formam-se muito menos engenheiros do que o necessário no país. Formam-se poucos professores para dar aulas de matemática, química, física ou biologia.
Para piorar, a qualidade dos cursos em geral, como sabemos, é baixa: apenas 1,39% das instituições de ensino superior atingiram a nota máxima. Uma imensa maioria está na categoria do sofrível.
Mesmo as melhores universidades têm dificuldades de se abrir à inovação, aceitando parcerias com a iniciativa privada em busca do patrocínio de pesquisas, num temor ideológico do capitalismo -o que é de um imenso obsoletismo mental.
Causou escândalo, na USP, um escritório de advocacia querer patrocinar uma sala na Faculdade de Direito. A universidade demorou até que, enfim, aceitassem a doação de um empresário (José Mindlin) de sua extraordinária biblioteca, que, depois dos debates, ganhou um espaço no campus.
Só agora está surgindo, em São Paulo, ainda engatinhando, um polo tecnológico ao lado da USP. Estamos falando daquela que é considerada a melhor universidade brasileira, na mais rica cidade do país, marcada pela economia de serviços.
A proposta do senador Cristovam Buarque é provocativa, mas tem base. Ele acha que as universidades não deveriam estar ligadas ao Ministério da Educação, o qual deveria centrar-se no ensino básico. Deveriam estar ligadas ao Ministério da Ciência e Tecnologia.
A vantagem de uma nação está em sua capacidade de inovar ou seja, de refinar seus cérebros.
Não foi por outra razão que a China estipulou como meta nacional estar na ponta da inovação tecnológica, tentando criar faculdades que estejam no topo do ranking mundial. Estão atraindo professores de várias partes do mundo e mandando alunos estudar fora.
A China está consciente de que não basta apropriar-se de tecnologias de países com os quais faz negócios e aos quais pode impor, na marra, esse tipo de acordo.
Provocou espanto mundial o fato de a China aparecer em primeiro lugar no teste internacional de educação (Pisa) -o teste foi realizado por estudantes de escolas ricas e pobres de Xangai.
Somos um país em que o professor universitário se aposenta cedo, em que impera a lógica da isonomia, em que há dificuldades burocráticas de atrair mestres estrangeiros. Sindicatos, com apoio de alunos, param as atividades universitárias, motivados por questões corporativas. Falar em cobrar mensalidades para aumentar o orçamento das universidades, apesar de a maioria dos estudantes serem das classes mais abastadas, é visto como crime.
Cientistas brasileiros são, muitas vezes, obrigados a viver no exterior para tocar suas pesquisas.
O brasileiro é aberto a novidades e há no país uma visão empreendedora. Mas há pouco incentivo para abrir empresas e escassas linhas para empresas dispostas a inovar. Ainda engatinha o mercado de investidores que caçam talentos nas universidades. Muitas vezes, o dinheiro governamental para bancar inovadores e pesquisadores se perde na burocracia.
No mundo "beta permanente", isso é mais ou menos como comparar a velocidade de uma máquina de escrever com a de um notebook.
PS- Uma das boas ideias da gestão Dilma é criar um ProUni para cursos profissionalizantes, o que pode garantir bons empregos e ajudar a aumentar a produtividade das empresas. Também é boa a proposta de disseminar o ensino médio em tempo integral, estabelecendo que um dos períodos, dentro ou fora da escola, seria profissionalizante. Desde que tirada do papel , a disseminação desse tipo de proposta é o melhor caminho para os mais pobres terem bons empregos e, ao mesmo tempo, contribuírem para a produtividade das empresas.
Gilberto Dimenstein (www.dimenstein.com.br) - Fonte: Folha de S.Paulo - 16/01/11.


PROFESSORA PASQUALINA


VOU ESTAR PERDENDO A PACIÊNCIA
O "gerundismo" é um mal ainda impregnado no ambiente empresarial – mas existem inúmeras maneiras de corrigir com sutileza aquele seu colega que fala errado.
Em poucos dias, o fogão que você comprou, novinho em folha, apresentou problemas de fabricação. O que fazer? Nada mais natural que ligar para o telefone de suporte do fabricante ou da loja onde foi comprado o produto. Resposta clássica do atendimento: “vou estar registrando o problema e estarei enviando um técnico à sua residência dentro de 24 horas”. A frase lhe parece normal ou uma ofensa? Eu, sinceramente, não sei se desligaria feliz por ter o problema resolvido ou se ficaria revoltado por esfaquearem a língua portuguesa.
A maioria das pessoas sabe que estamos diante de um típico caso de “gerundismo”. Gerundismo: vício de linguagem, uso excessivo e errôneo de verbos no infinitivo ("estar") seguidos de verbos no gerúndio ("enviando") para indicar o presente ou um futuro próximo. Não entrarei nos minuciosos estudos que envolvem nossa língua, mas é simples dizer que este tipo de construção é equivocado.
A origem do gerundismo, pelo que me lembro, vem da normatização e tradução de procedimentos e manuais de serviços de atendimento prestados em outros países. Quando implantados no Brasil, foram traduzidos ao pé da letra, sem que se analisasse a existência de um tempo verbal que transmitisse a mesma ideia em outro idioma. Expressões como “we will be fixing your telephone soon, sir”, que está correta em inglês, foi traduzida para “nós vamos estar consertando seu telefone em breve, senhor” – errada em português.
Repare que o erro é simples de corrigir: basta usar o futuro do presente do indicativo. Vejamos: “farei” é correto e substitui facilmente “vou estar fazendo”. “Enviarei” faz o mesmo sentido para “estarei enviando” – e assim por diante.
Não quero lecionar português, mas despertar a consciência de que a correção é rápida, indolor, e pode começar com a ajuda qualquer um. É bem provável que você tenha ao lado um colega no trabalho que fala errado e ninguém tem coragem de lhe corrigir. O problema, aliás, toma maior proporção quando ele fala assim com clientes.
Lembrete: expressar-se formalmente causa boas impressões e credibilidade para sua imagem e da empresa. Falar errado transmite exatamente o oposto.
Corrigindo com sutileza
Como grande parte dos feedbacks, a abordagem deve ser educada e calma. Nessas situações, é melhor se a pessoa que corrige tiver alguma intimidade com o colega. Assim, a chance de que o outro se ofenda é menor. É possível entrar no tema com frases como “preciso lhe falar coisa delicada, mas que é muito simples de resolver e é bem importante. Trata-se de um vício de linguagem...”. Existem inúmeras maneiras de corrigir com sutileza. Procure achar a que melhor parece com o seu perfil.
Se a outra pessoa souber apreciar críticas construtivas e retornos de seus colegas (o que acho sempre muito pertinente), ela agradecerá e passará a se policiar mais. Seja a aceitação positiva ou não, você fez sua parte e ajudou um colega. Economia de palavras para eles e harmonia para os nossos ouvidos.
Fonte: Amanhã.
(Colaboração: A.M.B.)


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