Faculdade Mental
NOSSOS COLUNISTAS - 22/02/2008
  

CRIATIVIDADE NO MARKETING VII

PROPAGANDAS INTELIGENTES VII
English, see more photos: http://news.bbc.co.uk/2/hi/in_pictures/7186989.stm
O fotógrafo britânico Carl Warner criou uma série de fotografias utilizando apenas alimentos para formar cenários. As chamadas "foodscapes" (união das palavras food - alimentos - e landscape - paisagem) mostram cavernas submarinas, florestas, praias ao pôr do sol e até cachoeiras, usando frutas, legumes, queijos, frios e massas, entre outros. As fotos deverão ser usadas por uma cadeia de supermercados britânica em uma campanha publicitária, e Warner também pensa em reuni-las em um livro para promover a alimentação saudável entre as crianças.
Foto acima: O mar vermelho desta praia, ao "pôr do sol", é, na verdade, feito de fatias de salmão. Batatas e pão formam as rochas, na cena emoldurada por ramos de dill. Um barquinho feito de ervilhas completa o cenário.
Saiba mais e veja mais fotos:
http://noticias.terra.com.br/popular/interna/0,,OI2239891-EI1141,00.html e http://www.bbc.co.uk/portuguese/especial/745_comida/page8.shtml.
(Colaboração: Cleide - SP)


PROFESSOR X
TEXTO DE RUY MESQUITA PARA O ESTADÃO EM 1959 SOBRE CUBA
Em texto publicado no Estado de S.Paulo de 28 de julho de 1959, o enviado especial a Havana, hoje  diretor de Opinião do Grupo Estado, Ruy Mesquita, fez um relato sobre a recente revolução cubana. Leia a íntegra e faça sua análise:
Havana, 27 ("O Estado") - As manifestações organizadas pelo governo revolucionário para comemorar o sexto aniversário do ataque ao Quartel de Moncada, início malogrado da revolução que viria a triunfar no dia 1º de janeiro deste ano, atingiu plenamente os fins visados. Fidel Castro conseguiu dar uma impressionante demonstração da solidez de sua posição interna, em que pesem os argumentos daqueles que comparam o espetáculo de domingo com o "golpe" dado por Peron no início de seu governo, e acusam o líder cubano de enveredar pelo caminho melancólico das ditaduras "fascistóides" que proliferam há anos neste continente.
A comparação parece-nos injusta. A vinda de milhares de "guajiros" à Capital, é verdade, teria sido impossível não fora a emulação oficial. Cuba não é hoje, e seria pueril desejar que já o fosse, uma democracia. Mas o líder revolucionário é um homem que acredita sinceramente no que se propõe realizar e se se pode, de alguma forma definir a revolução cubana, deve começar-se por estabelecer o contraste entre ela e os golpes de Estado que levaram ao poder homens como Vargas, Peron, Pinilla, Jimenez, para não falar no antagonismo moral que existe entre Fidel e as abjeções da Nicarágua e da República Dominicana.
Aqui, como o próprio Fidel fez questão de acentuar no discurso que pronunciou domingo, estamos diante de uma verdadeira revolução e não frente a um golpe de Estado. Não se trata de substituir uma "clique" governamental por outra movido apenas por motivos de ordem pessoal, ambição ou ganância. Trata-se de modificar estruturas políticas e sociais, ou melhor, de criar estruturas políticas numa sociedade que as não possuía, as quais sejam baseadas, tanto quanto possível, na realidade social desse país.
O que se torna evidente, ao primeiro contacto com a massa de "guajiros" é a preocupação que têm os líderes revolucionários de "politizar" uma massa camponesa até agora sufocada pelas oligarquias dominantes e que é a única estrutura indispensável para a base de seu movimento que, até agora, como todos os movimentos semelhantes da História, é um movimento de elites.
A manifestação de domingo demonstrou que hoje é praticamente negligenciável a oposição ao governo revolucionário entre todas as camadas da população cubana. Mas Castro não se ilude sobre o verdadeiro significado dos aplausos que lhe prodigalizam hoje aqueles mesmos setores da população que ontem aplaudiam Batista, ou se conformavam com a sua permanência corruptora no poder. Estes também estão hoje com ele, mas estariam amanhã com qualquer outro governo que o sucedesse. Não contam nessa fase em que Cuba viverá sem órgãos de representação política. O que conta, o que Castro julga absolutamente imprescindível, como ficou demonstrado pelo discurso que proferiu domingo e pelas declarações que fez hoje aos jornalistas estrangeiros que estão em Havana, é criar um estado de espírito tal entre a maioria da população, constituída pelos camponeses, que eles se identifiquem com o movimento revolucionário e reajam contra qualquer tentativa partida do exterior para deter a marcha das reformas projetadas e já em começo de  execução.
Os Inimigos do Exterior: Falando domingo a uma multidão de 300 mil pessoas (o governo estimou-a em um milhão), Castro não fez mais que referir-se aos inimigos que a revolução possui no estrangeiro e que ameaçam, inclusive, intervir militarmente em Cuba. O líder revolucionário cubano, segundo informações de fonte fidedigna, tem razões para temer uma tentativa desse gênero partida da República Dominicana. Mas, mais do que tudo, Castro teme neste momento a campanha que contra ele estão movendo jornais e agências de notícias norte-americanas e políticos dos Estados Unidos.
O episódio Dias Lanz irritou-o profundamente. Os ataques que, segundo telegramas de agências noticiosas, ele lança contra os Estados Unidos, na realidade são lançados especificamente contra esses jornais e esses políticos, entre os quais, como era de esperar, ele chegou a citar nominalmente, em sua entrevista de hoje e com evidente irritação, o senador Eastland.
Castro não o diz, Castro procura negá-lo, Castro afirma que Cuba só deseja viver por seus próprios meios, mas a verdade nos parece ser a de que está convencido de que seu êxito depende do apoio que possa obter no Exterior. Ele mesmo reconhece que a situação financeira herdada da ditadura é das mais difíceis. O peso cubano já está valendo nos Estados Unidos 60 centavos de dólar, apesar de aqui continuar cotado ao par. Há rumores de que o governo cubano pretende começar a emitir em ritmo acelerado antes de setembro.
Não temos elementos para saber até que ponto chega a infiltração comunista no movimento revolucionário. O próprio Fidel Castro não nega que haja comunistas no seu movimento. Mas estamos absolutamente convencidos, depois de ouvir o discurso de domingo e depois da entrevista à imprensa de hoje, de que, enquanto ele for chefe do movimento, não haverá o menor perigo de o governo cubano transformar-se num instrumento dos comunistas.
No linguajar do líder revolucionário não se percebem quaisquer dos cacoetes vermelhos. Nos ataques que faz aos políticos e aos jornais norte-americanos, algumas vezes irados, não se encontram quaisquer vestígios do vocabulário internacionalmente empregado pelos comunistas. Na entrevista de hoje, definiu com perfeita clareza os que o atacam nos Estados Unidos. São, disse ele, a mesma imprensa e os mesmos políticos que sempre atacaram Roosevelt, porque Roosevelt investiu contra seus escusos interesses em defesa dos interesses do povo norte-americano.
China Popular: Outro pormenor que nos parece importante assinalar foi a maneira fria pela qual respondeu a um jornalista da China Popular presente à entrevista de hoje, o qual procurou colhê-lo em uma armadilha. Depois de afirmar que o povo chinês dava todo o seu apoio à revolução cubana, perguntou o jornalista o que Castro pensava da China. A resposta foi a mais breve de toda a entrevista: "Se o povo chinês está lutando por seu desenvolvimento e se o governo chinês conta com o apoio da maioria da população para empreender essa luta, desejamos todo o êxito ao povo chinês.
Note-se que todas as outras numerosíssimas perguntas feitas a Castro mereceram respostas de mais de 10 minutos. Repetimos, pois: Fidel Castro não é nada parecido com um comunista. É apenas um líder revolucionário que procura seus caminhos, tendo como preocupação máxima o saneamento moral e o desenvolvimento econômico de seu país.
Perigo: Seu governo, no entanto, difere totalmente da maioria dos demais governos oriundos de movimentos chamados revolucionários deste continente, porque é efetivamente um movimento revolucionário e não apenas o produto de um golpe de Estado. Assim, investindo contra poderosos interesses econômicos estrangeiros, provoca naturais reações e naturais contra-reações. Mas o que fazer para romper esse círculo vicioso, tanto mais perigoso, quanto se vai tornando evidente que de parte a parte a razão vai cedendo passo à exacerbação dos espíritos?
Não há dúvida de que há um perigo enorme de criar-se uma animosidade insuperável entre Cuba e os Estados Unidos. O próprio Fidel é o primeiro a reconhecer a existência desse perigo. Responsabiliza por isso homens como Eastland, que "jamais poderão confessar as razões do apoio que dão a Trujillo". Ataca violentamente o ditador dominicano, que acusa de ter confiscado toda a República Dominicana sem que ninguém o acusasse de comunista por isso, e se revolta contra a decisão da OEA de convocar uma conferência que, para ele, continua a ter origem na queixa dominicana.
Lança argumentos irrefutáveis do ponto de vista moral para protestar contra o fato de temerem a sua revolução como uma ameaça para as Américas, quando jamais se moveu uma palha contra Trujillo ou contra Somoza. Mas ao fazer tudo isso, esquece-se de um argumento essencial: é que contribuindo para que se agrave uma situação que é, em parte, o fruto da má fé de certos políticos e jornalistas norte-americanos, e em parte o fruto da incapacidade da maioria dos dirigentes e jornalistas norte-americanos de compreenderem os movimentos políticos latino-americanos; nada procurando fazer de seu lado para desfazer alguns mal-entendidos e para encorajar os numerosíssimos amigos que possui na política e no jornalismo dos EUA para defenderem a sua posição, Fidel Castro está prejudicando em primeiro lugar Cuba e em segundo lugar a revolução que tem pela frente uma das mais árduas tarefas que jamais se atribuíram a governos latino-americanos.
Fonte: O Estado de São Paulo - 19/02/08.
Veja a capa do Estadão em 28/07/1959:
http://www.estadao.com.br/internacional/not_int127366,0.htm


PROFESSORA PASQUALINA
COLEÇÃO TRAZ 20 GRANDES ESCRITORES BRASILEIROS
A folha lançou hoje 24/02 a "Coleção Folha Grandes Escritores Brasileiros", com 20 clássicos da literatura nacional, incluindo obras de dramaturgia, prosa e poesia.
Já nessa primeira semana da promoção, chegaram às bancas dois livros. Machado de Assis, cujo centenário de morte é lembrado neste ano, é representado por "Dom Casmurro", o primeiro volume da coleção.
Nesse mesmo dia circulou o volume nº 2, com o poema "Morte e Vida Severina", de João Cabral de Melo Neto.
"Dom Casmurro" e "Morte e Vida Severina" estão sendo vendidos juntos por R$ 14,90 -dois livros pelo custo de um (preço válido para São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná). De agora em diante, será lançado um título novo por semana, por R$ 14,90 cada volume.
A coleção estabelece um panorama da produção literária brasileira com amplas variações em forma e estilo: de romances como "Tocaia Grande", de Jorge Amado (volume 3), e "Macunaíma", de Mario de Andrade (volume 17), ao teatro de Nelson Rodrigues ("Vestido de Noiva", volume 14), passando pela crônica de Mario Quintana ("A Vaca e o Hipogrifo", volume 19).
Coleção completa: Encadernados em capa dura, os livros recebem textos de apresentação que ajudam a contextualizar as obras.
Impressos na quarta capa de cada volume, os textos contam com especialistas como o colunista da Folha Manuel da Costa Pinto, que descreve a importância de "Sentimento do Mundo", de Carlos Drummond de Andrade (volume 4): "É uma obra-chave na trajetória do poeta: publicada em 1940, confirma a sensibilidade modernista de "Alguma Poesia" e "Brejo das Almas", com seu lirismo atento ao anedótico e ao coloquial, mas também desenvolve aquela complexidade que já estava presente em "No Meio do Caminho"."
Assinantes da Folha e do UOL poderão adquirir a coleção completa por R$ 238,40 -20 livros pelo preço de 16. Os exemplares serão entregues em lotes de cinco livros. Para encomendas pagas até 5 de março, o primeiro lote será entregue até 30 de março.
Sem sair de casa: A "Coleção Folha Grandes Escritores Brasileiros" pode ser encomendada pelo site http://www.folha.com.br/escritores ou pelo Serviço de Atendimento ao Assinante (tel. 3224-3090, da Grande São Paulo, e 0800-775-8080, de outras localidades), mesmo para quem não é assinante.
Os interessados em comprar apenas alguns dos lotes também poderão fazê-lo, bem como adquirir exemplares avulsos e volumes atrasados. Em SP, RJ, MG e PR, o frete é gratuito para a coleção completa e para a compra em lotes.
Fonte: Folha de S.Paulo.
OBRAS
Volume 1 - 24/fev = DOM CASMURRO: Neste clássico de Machado de Assis (1839-1908), Bentinho é um velho solitário, "calado e metido consigo", que se põe a refazer, pela escrita, a sua própria biografia, desde a infância. A narrativa -com digressões repletas de um humor pessimista, ao estilo machadiano- desemboca numa espécie de peça de acusação jurídica calcada em impressões e tormentos subjetivos do narrador; fica no ar uma das perguntas mais famosas da história da literatura brasileira: Capitu traiu ou não Bentinho com o melhor amigo deste, Escobar?
Volume 2 - 24/fev = MORTE E VIDA SEVERINA: Este "Auto de Natal Pernambucano", de João Cabral de Melo Neto (1920-1999), depois musicado por Chico Buarque de Holanda, veio a ser considerado um dos maiores libelos artísticos "engajados" na denúncia da miséria e da opressão sertanejas. O poema retrata as peripécias típicas de um pernambucano que foge da seca em busca do Recife -e que acaba morando numa favela ribeirinha.
Volume 3 - 02/mar = TOCAIA GRANDE - A FACE OBSCURA: Jorge Amado (1912-2001) conta a saga do jagunço Natário da Fonseca, caboclo que atua a serviço do coronel Boaventura em conflitos de poder e pela posse de terras no sertão. Natário, em retribuição por isso, é alçado a capitão e passa a administrar as terras de Tocaia Grande. O romance então focaliza a expansão do povoado, seu cotidiano, feito em especial de classes sociais subalternas -tropeiros, jagunços e prostitutas-, e seus conflitos.
Volume 4 - 09/mar = SENTIMENTO DO MUNDO: Sem abandonar seu lirismo anterior, Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) opera, nesta coletânea publicada em meio à Segunda Guerra Mundial, uma guinada rumo à história e à política: seus versos refletem uma tomada de consciência quanto às dores objetivas de um mundo cindido pela violência, pelo ódio, pelas ditaduras (como a de Getulio Vargas) e pela injustiça social.
Volume 5 - 16/mar = UM CERTO CAPITÃO RODRIGO: Esta novela de Erico Veríssimo (1905-1975) é uma das partes de "O Tempo e o Vento", amplo panorama da história do Rio Grande do Sul, desde as suas origens. Em foco está a chegada do Capitão Rodrigo à região de Santa Fé, e a vida dissoluta que, a despeito do casamento e filhos com Bibiana Terra, ele passa a levar lá, aliada à sua bravura heróica e conspirações contra dom Pedro 1º.
Volume 6 - 23/mar = MEMORIAL DE MARIA MOURA: Este romance de Rachel de Queiroz (1910-2003) se passa no século 19, no sertão nordestino. A história descreve as peripécias de uma mulher que, por força das circunstâncias, passa por uma transformação radical, de órfã desamparada a corajosa líder de um bando de aventureiros, que se entrega a uma vida desregrada e a roubos.
Volume 7 - 30/mar = LIBERTINAGEM e ESTRELA DA MANHÃ: Dois dos mais importantes livros de Manuel Bandeira (1886-1968), trazendo marcas típicas de sua poesia: lirismo, melancolia, solidão, amor, angústia e desejo de evasão, como no célebre "Vou-me embora pra Pasárgada" ou em "Estrela da Manhã". "Poética" também se destaca pelo modernismo militante, em explícita ruptura com as formas tradicionais da poesia.
Volume 8 - 06/abr = TRISTE FIM DE POLICARPO QUARESMA: Policarpo Quaresma é um funcionário público tomado por um fervoroso patriotismo. Suas peripécias, projetos de reforma nacional e desilusões dão ensejo a um retrato preciso e a uma sátira contundente de Lima Barreto (1881-1922) aos meandros da vida carioca, ao Estado brasileiro e às idealizações ufanistas legadas pelo romantismo.
Volume 9 - 13/abr = PARA VIVER UM GRANDE AMOR - CRÔNICAS E POEMAS: Uma coletânea de crônicas e poesias em que Vinicius de Moraes (1913-1980) exercita não só a sua excelência como um dos grandes intérpretes do amor, mas também o talento de entretecer, no dizer de Otto Lara Resende, exercícios de "uma conversa íntima e livre que, partindo do seu interesse pessoal, vai de fato interessar a todos os seus leitores"
Volume 10- 20/abr = O REI DA VELA: Mais importante peça de Oswald de Andrade (1890-1954), representou também um dos marcos do moderno teatro brasileiro, sobretudo com a consagradora montagem, três décadas depois da publicação, pela trupe de José Celso Martinez Corrêa. Um denso e corrosivo retrato da ascensão da classe burguesa nacional contra o latifúndio tradicional, num ambiente de corrupção e subserviência aos interesses estrangeiros.
Volume 11- 27/abr = PRIMEIRAS ESTÓRIAS: Uma coletânea de pequenos contos que -transitando entre as dimensões psicológica, fantástica, satírica, entre outras- pode ser considerada uma das mais saborosas introduções ao rico universo temático e lingüístico da obra de João Guimarães Rosa (1908-1967). Contém obras-primas como "O Famigerado" e "A Terceira Margem do Rio".
Volume 12- 04/mai = ROMANCEIRO DA INCONFIDÊNCIA: Antes criticada por um alheamento em relação às realidades sociais e nacionais, Cecília Meireles (1901-1964) mergulha no episódio da Inconfidência Mineira e da tragédia de Tiradentes, no contexto do ciclo do ouro do século 18; a história aqui lhe serve de matéria-prima para uma exaltação da liberdade e do poder transformador da palavra.
Volume 13- 11/mai = AGOSTO: Ficção e história se entrecruzam nesta obra-prima de Rubem Fonseca (1925). O romance se passa no fatídico mês de agosto de 1954, tendo por núcleo a investigação, pelo delegado Alberto Mattos, da morte de um empresário, sob o pano de fundo da tentativa, urdida por Gregório Fortunato -chefe da guarda pessoal do presidente Getulio Vargas-, de Carlos Lacerda, gerando uma crise política que culminaria no suicídio de Vargas.
Volume 14- 18/mai = VESTIDO DE NOIVA: peça que, com a já lendária montagem de Ziembinski (em 1943), representou uma revolução para o teatro brasileiro e seu ingresso na modernidade. Realidade, alucinação e memória são os três planos paralelos e simultâneos utilizados por Nelson Rodrigues (1912-1980), tendo por fato desencadeador o atropelamento de Alaíde e a sua luta contra a morte na mesa de cirurgia.
Volume 15- 25/mai = REFLEXOS DO BAILE: Híbrido de diário e romance epistolar, este livro de Antonio Callado (1917-1997) relata, a partir de múltiplos pontos de vista, o plano de um grupo de terroristas para seqüestrar, durante um baile, a rainha da Inglaterra, em visita ao Brasil; ficção e história se mesclam numa das mais importantes recriações literárias dos "anos de chumbo" do Brasil pós-golpe de 64.
Volume 16- 01/jun = INFÂNCIA: Relato autobiográfico de Graciliano Ramos (1892-1953), que, conjugando as dimensões pessoal e social, revela algumas das bases essenciais da obra e da visão de mundo trágica do escritor alagoano -que aqui se desnuda como a criança oprimida que foi por um ambiente familiar autoritário. O contraponto pela arte também desponta na narrativa de como nasceu o encanto do autor pelo mundo da palavra e da literatura.
Volume 17- 08/jun = MACUNAÍMA: Obra-prima de Mário de Andrade (1893-1945) e do modernismo brasileiro, esta rapsódia sobre o "herói de nossa gente" traça, a partir das peripécias de um personagem de lendas indígenas locais, uma síntese da alma brasileira, dos contrastes entre o arcaico e o moderno, numa "versão carnavalizada da demanda do Santo Graal", segundo a definição célebre de Gilda de Mello e Souza.
Volume 18- 15/jun = AUTO DA COMPADECIDA: Retomando, numa síntese original, o gênero dos autos medievais e numerosos elementos da cultura popular, da literatura de cordel e das tradições religiosas, Ariano Suassuna (1927) narra as divertidas aventuras e trapaças com que a dupla João Grilo e Chicó, no sertão nordestino, vai batalhando pelo pão de cada dia, até o momento do julgamento divino.
Volume 19- 22/jun = A VACA E O HIPOGRIFO: Seleção de textos publicados pelo escritor gaúcho Mario Quintana (1906-1994) na imprensa, que vão da crônica ao aforismo, de pensamentos e pequenas anotações a notas memorialísticas, além de epigramas e poemas, a maioria em prosa, tratando de assuntos os mais diversos.
Volume 20- 29/jun = POEMA SUJO: Escrito e publicado durante o exílio do escritor maranhense Ferreira Gullar (1930) em Buenos Aires, este livro é considerado sua obra-prima. Seus versos dão intenso testemunho das angústias e opressões vividas pelo poeta naqueles tempos ditatoriais; fazem a evocação, num "vômito" verbal -método da escrita automática-, das memórias de sua infância em São Luís.
Fonte: Folha de S.Paulo.
POR QUE LER OS CLÁSSICOS BRASILEIROS
Muito já se disse para defender a literatura brasileira e tentar quebrar a resistência que o próprio leitor parece sentir com relação a ela -pelas listas de best-sellers, percebemos de fato que há algo de estranho no reino das nossas letras.
E a defesa sempre parece ganhar um tom patriótico, repercutindo afinal nossa própria história literária, em que a questão da famigerada "identidade" tem sido freqüentemente um ponto de honra. Mas penso que podemos defender a literatura brasileira sem recorrer a álibis, observando apenas um ponto de partida -a língua portuguesa do Brasil, não como uma entidade oficial, mas como a linguagem que criou a forma da nossa visão de mundo, em toda a sua imensa variedade.
Do histórico pessoal e social da língua, não podemos nos livrar por escolha; a língua dirige nosso olhar, escolhe objetos e referências, estabelece relações, cria entonações, se multiplica em subentendidos e muitas vezes fala por nós. E, dentre todas as formas da língua, do padrão escolar aos mil dialetos populares da oralidade cotidiana, a literatura consolida um padrão de civilização, a passagem entre a liberdade da fala e a dureza da escrita; e, mais que isso, é o grande elo de ligação entre o indivíduo -esse desejo solitário de dizer, que é a alma da literatura- e a sociedade, a quem respondemos com nossa palavra.
Essa relação poderosa entre a nossa língua e o olhar que ela encerra, em estado de liberdade, pode ser encontrada na literatura brasileira com grande nitidez. Mais que isso, ela é a ponte que afinal pode nos tornar cidadãos do mundo. É um bom motivo para conhecê-la.
Dos 20 livros da "Coleção Folha Grandes Escritores Brasileiros", começo por lembrar a importância em minha formação pessoal dos poemas de Carlos Drummond de Andrade, versos que ressoam até hoje como formas insubstituíveis de reconhecimento do mundo, na minha língua.
Lugar das diferenças: A percepção da realidade pela voz de seus poemas criou um sistema de referências que nenhuma outra forma da linguagem -todas utilitárias, a serviço de algum objetivo imediato- seria capaz de dar. Em seguida, a leitura da prosa de Graciliano Ramos me abriu outro universo. A sua frase curta e seca, falando de um mundo a um tempo terrível e próximo, avançava como que desmontando as coisas que eu via pelos olhos dele.
Quase ao mesmo tempo, entrei nos textos de Machado de Assis para descobrir também naquela linguagem o que de fato me interessava na literatura, o ponto de confluência mental entre língua, indivíduo e sociedade, em que as formas da nossa sensibilidade são postas à prova página a página. Um bom texto literário não é apenas um sistema de referências descritivas, abstrato e redutível a um código -é uma voz pessoal que tem algo urgente a nos dizer, usando a nossa palavra.
Com Drummond, Graciliano e Machado, aprendi fundamentalmente um modo de olhar o mundo, de perceber suas relações e sentir seus valores; eles sugeriam sutilmente quem eu era e onde eu estava. E com eles descobri e consolidei minha linguagem pessoal.
Mas, é claro, como a literatura é o território das diferenças, ela revela milhares de modos de ver -cada bom escritor tem sua marca inconfundível, apresenta um repertório novo de referências e nos propõe um ângulo do olhar.
No caso da literatura brasileira, com um detalhe fundamental: usando substancialmente as palavras, entonações, sentidos e frases que deram forma à nossa cabeça, desde a aquisição da linguagem (considerando, também, a passagem nem sempre tranqüila ao mundo da escrita).
Exótico, épico e sensual: Para escolher, graduar e até mesmo negar, é preciso conhecer. A literatura brasileira nos dá muitas chaves para pensar nosso espaço e nossa vida. Com autores como Jorge Amado e Erico Verissimo, grandes narradores do Brasil do século 20, entramos em contato com concepções de mundo, de linguagem e de país cuja influência continua ressoando no nosso imaginário. O Brasil exótico e sensual e o Brasil épico se entrelaçam nesses autores e continuam a nos colocar questões importantes hoje, quando nosso perfil rural já não é o mesmo de 50 anos atrás.
E um autor como Guimarães Rosa acrescenta elementos mágicos e místicos, dando à sabedoria popular uma inesperada transcendência, pela força transfiguradora da linguagem. O apelo regional tem sido, aliás, fonte permanente de nossa narrativa -"Memorial de Maria Moura", de Rachel de Queiroz, que integra a coleção, é um belo exemplo. Em outra chave, o clássico "Macunaíma", de Mario de Andrade, o herói sem nenhum caráter, continua a nos desafiar com a sua proposta poética de uma identidade brasileira.
O charme do exotismo, um eterno canto de sereia, às vezes encontra seus inimigos ferozes pela voz da sátira. Autores tão díspares como Lima Barreto (e seu maravilhoso "Triste Fim de Policarpo Quaresma") e Oswald de Andrade (com o demolidor "O Rei da Vela") batem frontalmente na ilusão do nosso berço esplêndido. A voz da imagem do povo encontra ressonância no teatro de Ariano Suassuna ("Auto da Compadecida") e na poesia dramática de João Cabral de Melo Neto -em "Morte e Vida Severina", a dura lapidação formal do grande poeta encontra-se com o apelo popular.
Ainda no teatro, o clássico "Vestido de Noiva" inaugura outra desmontagem radical do homem brasileiro: mais que ninguém, Nelson Rodrigues entendeu que não somos santos. O lirismo, representado na coleção em versos e crônicas, estabelece um parentesco sutil que começa com o pernambucano Manuel Bandeira, passa pelo carioca Vinicius de Moraes e vai até o gaúcho Mario Quintana; o "Romanceiro da Inconfidência", de Cecília Meireles, recria com traços épicos emblemas da nossa história.
E o "Poema Sujo", de Ferreira Gullar, é uma síntese contemporânea de nossas múltiplas vertentes poéticas. Finalmente, dos prosadores urbanos mais recentes, dois momentos políticos fundamentais da nossa história estão representados na "Coleção Folha Grandes Escritores Brasileiros" -"Agosto", de Rubem Fonseca, tematizando o suicídio de Vargas, e "Reflexos do Baile", de Antonio Callado, retomando as complexas ramificações do golpe de 1964.
Cristovão Tezza (1952) é escritor, autor de "O Filho Eterno" (Record). Recebeu, entre outros, os prêmios Machado de Assis, da Biblioteca Nacional (pelo livro "Breve Espaço entre Cor e Sombra"), Academia Brasileira de Letras (por "O Fotógrafo") e Petrobras (por "Aventuras Possíveis").
Fonte: Folha de S.Paulo - 17/02/08.


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