Faculdade Mental
NOSSOS COLUNISTAS - 11/03/2010
  

CRIATIVIDADE NO MARKETING CXII

DEVASSA CENSURADA


PROPAGANDAS INTELIGENTES CXII (DEVASSA CENSURADA)
English:
http://www.aceshowbiz.com/news/view/w0001539.html
http://www.mashceleb.com/stories/paris-hilton-minimized-in-beer-ad-relaunch
Video of the Censored version:
http://www.youtube.com/watch?v=hG0Drkb4L38&feature=related
The new version:
http://www.youtube.com/watch?v=KIbhX4yEdmQ
Devassa Beer:
http://www.devassa.com.br/bemloura/index.html?isMaior=true
A campanha original da cerveja Devassa Bem Loura (fabricada pela Schincariol) foi retirada do ar por decisão do Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária. Nela, a socialite Paris Hilton dançava na varanda de um apartamento trajando um sensual vestido preto e segurando uma lata de cerveja. Era então fotografada por um voyeur. A campanha foi considerada machista e desrespeitosa com as mulheres. A Schincariol relançou o comercial, mas, para mostrar a sua indignação, agora exibe uma lata da cerveja Devassa com uma mulher nua impressa nela com os seios cobertos por uma tarja. Quanto a Paris Hilton, dela só se mostra o rosto. As peças foram realizadas pela agência Mood.
Bruna Cavalcanti - Fonte: Isto É - Edição 2104.
O vídeo censurado:
http://www.youtube.com/watch?v=hG0Drkb4L38&feature=related
A nova versão:
http://www.youtube.com/watch?v=KIbhX4yEdmQ
Devassa:
http://www.devassa.com.br/bemloura/index.html?isMaior=true


PROFESSOR TOM COELHO
www.tomcoelho.com.br www.setevidas.com.br. . (Confira o logo do FM - http://www.tomcoelho.com.br/sites.asp?PN=3&intervalo=10&t=) 
Como Vencer a Concorrência
* por Tom Coelho


“Contaram-me que os peixes não se importam de serem pescados, pois têm o sangue frio e não sentem dor. Mas não foi um peixe que me contou isso.” (Heywood Broun)


Não sejamos hipócritas. Esta história de que concorrência é saudável porque estimula o desenvolvimento e combate o imobilismo é filosoficamente bela, mas não retrata a realidade.
Frédéric Bastiat, economista francês do século XIX e grande defensor do livre comércio, dizia: “Destruir a concorrência é matar a inteligência”. Pois então que morra, neste caso, a inteligência! Qualquer empresário ou gestor há de concordar que concorrência boa, é concorrência morta.
É por isso que o mundo corporativo tem sido marcado por fusões e aquisições, com a formação de grandes grupos econômicos. Tome-se como exemplo o setor bancário. Chama menos atenção a redução do número de instituições financeiras, o que não seria uma medida estatisticamente adequada, mas a concentração do patrimônio líquido, dos depósitos e do crédito entre os 15 maiores bancos do país.
As grandes companhias buscam o caminho dos ganhos de escala e da redução de custos operacionais, princípios econômicos legados da Era Industrial. É uma forma de debelar a concorrência absorvendo-a (aquisição) ou aliando-se a ela (fusão). Mas fica a pergunta: e quanto às pequenas empresas?
Firmas de pequeno e médio porte têm uma natural vocação autofágica. Em outras palavras, digladiam-se por um pedaço de osso como se fosse carne de primeira. Chegam até mesmo a praticar dumping (vender abaixo do preço de custo) para evitar que o vizinho ganhe o pedido. Cooperativismo e associativismo são palavras ausentes do vocabulário – e do dicionário – da maioria dos empresários. É uma questão cultural alicerçada num modelo mental ultrapassado: cada um que cuide de seu terreiro.
Houve uma época em que bastava produzir o que fosse para surgir um comprador. Outro economista francês, este no final do século XVIII, Jean-Baptiste Say, cunhou uma lei de mercado que dizia: “Toda oferta cria sua própria demanda”. Sua assertiva teve vida longa, a ponto de Henry Ford declarar no auge da produção de seu veículo Modelo T: "Você pode ter o carro da cor que quiser, contanto que ele seja preto".
Mas os tempos áureos sucumbiram em 1929 com a Grande Depressão. O impacto econômico foi tamanho que, nos Estados Unidos, a taxa de desemprego saltou de 9% para 25% em apenas três anos.
Hoje vivemos um período de comoditização ampla, geral e irrestrita. Os produtos são todos muito parecidos em funcionalidade. E os consumidores dão as cartas, reinando no trono da infidelidade e com elevado poder de barganha.
O sofrimento é ainda maior no comércio que na indústria. Basta caminhar em São Paulo, por exemplo, pela Teodoro Sampaio dos instrumentos musicais, a Consolação dos lustres, a Santa Ifigênia dos eletrônicos ou simplesmente as praças de alimentação de qualquer shopping para sentir na pele e na veia a ferocidade da concorrência. O que fazer?
1. Cuide do visual. O jogo começa na aparência que conduz à sedução. É o marketing de percepção. Você precisa captar a atenção do cliente para que ele escolha, entre as inúmeras alternativas, o seu ponto. Isso envolve a fachada, o letreiro e até mesmo o nome do estabelecimento. Os trajes dos atendentes, a pintura das paredes, a limpeza do piso, o índice de luminosidade, a organização dos produtos expostos e a facilidade de acesso a eles. Perceba que as mesmas regras aplicam-se a uma loja virtual. Neste caso, falamos de um site de fácil navegação, com diagramação e cores agradáveis, ágil na transição de páginas, amigável na busca por produtos.
2. Treine seu pessoal. Considerando-se que os produtos são similares e, portanto, facilmente comparáveis, o único canal possível de diferenciação é o da prestação de serviços. A palavra de ordem agora é “atendimento”. Não apenas um atendimento bom, mas sim um excepcional, prestado por uma força de vendas que antes de tudo conhece em profundidade o que está ofertando. É a chamada “venda consultiva” que compreende necessidades, orienta sobre tipos e modelos, instrui com foco na adequação e assiste através do pós-venda promovendo a fidelização.
3. Tenha o produto disponível. Parece óbvio, mas esta é uma das grandes falhas de gerenciamento no ponto de venda. Imagine ter atraído o consumidor para sua loja e tê-lo presenteado com um atendimento exemplar. Após analisar todas as possibilidades ele escolhe um produto que está esgotado. Era o modelo perfeito de calçado, mas não na cor desejada. Era o prato ideal para o almoço, mas sem o molho preferido. Você terá o desprazer de ver seu cliente, igualmente frustrado, sair pela porta afora de mãos vazias –mas agora seguro do que pretende comprar, evidentemente em seu concorrente. Portanto, mantenha um estoque de segurança. E se você não dispõe de espaço ou capital para tê-lo, é preferível reduzir a gama de produtos oferecidos ou especializar-se em um grupo específico. Se você não é o primeiro e nem o maior, seja o melhor no que se propõe a fazer.
4. Crie diferenciais. Além do excelente atendimento, seja criativo nos detalhes e tenha a inovação como lema. Promova campanhas e concursos, crie bônus por fidelidade, escute e surpreenda seus clientes com novas soluções integradas. Propicie condições variadas de pagamento estabelecendo, por exemplo, parceria com instituições financeiras. Vivemos uma onda de crédito abundante e facilitado, ainda que caro, mas que permite adquirir bens para pagamento em longo prazo mediante suaves prestações mensais. Você não precisa assumir o ônus dos riscos do financiamento. Não é este o seu negócio. Mas uma financeira fará este papel com todo prazer.
5. Diga não à guerra de preços. Venda benefícios associados aos produtos, desviando o foco do preço. A regra é vender valor e não preço. Por isso a importância do atendimento, inclusive no pós-venda, além da oferta de acessórios, de assistência técnica permanente e de condições diferenciadas de pagamento, conforme já mencionado.
6. Em guerra deflagrada, lute para ganhar. Jamais se esqueça de que você está em guerra permanente com seus concorrentes. Esteja, pois, preparado. Conheça bem, e de perto, seus concorrentes. Visite-os ou coloque alguém para visitá-los. Telefone para monitorar a qualidade do atendimento. Pesquise preços. Descubra seus pontos fortes e os copie. Descubra seus pontos fracos e guarde as cartas na manga. Contrate seus melhores funcionários. E, fundamentalmente, inove. Torne-se único a ponto de tornar a concorrência irrelevante. Mas lembre-se: eles podem estar fazendo exatamente o mesmo em relação a você.
* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados por mais de 400 veículos da mídia em 15 países. É autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela Editora Saraiva, e coautor de outros quatro livros. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br e www.setevidas.com.br.


ADM. MARIZETE FURBINO
http://www.marizetefurbino.com/ (Confira o logo do FM - http://www.marizetefurbino.com/parceiros.asp)
CALMA! A vida é uma só!
Por Adm. Marizete Furbino


“O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem." (Guimarães Rosa)


Em meio ao corre-corre, do dia-a-dia, levar a vida num ritmo mais calmo, abrindo mão do excesso, é o melhor que se tem a fazer para alcançar um equilíbrio entre vida pessoal e vida profissional, o que contribuirá sobremaneira para beneficiar a sua saúde.
Deve-se lembrar que o profissional somente conseguirá o equilíbrio entre vida pessoal e profissional se fizer um bom planejamento. Assim, além de planejar suas ações, estabelecendo objetivos para curto, médio e longo prazo, deverá traçar estratégias para alcançar o cumprimento das mesmas, e isto, além de facilitar todo o processo, contribuirá para o alcance da eficiência e eficácia sem conduzi-lo ao desespero.
Neste sentido, é importante salientar que através do planejamento, o profissional encontrará subsídios para encontrar e manter certo equilíbrio, alcançando igualmente eficiência e eficácia em suas ações.  
Isto posto, é de suma importância pensar que as lágrimas, advindas do desespero diante das circunstâncias que a vida lhe proporciona, não contribuirão em nada; ao contrário, elas o deixarão completamente “cego”, sem qualquer visão, limitando assim não somente o seu pensar, como também a sua ação, podendo chegar ao extremo de querer matar ou matar-se, e, pior, sem resolver de forma satisfatória o problema vivenciado.
É por demais sabido que o desesperado se esquece do que é respeito e ética; assim, tendo se permeado por um desgaste e esgotamento emocionais, torna-se insensível, não sabendo lidar com as pessoas, fazendo com que a relação chegue a se tornar insuportável, além de agredir os demais à sua volta com palavras e atos e também a auto-agressão. Essa pessoa, nesse lamentável estado, golpeia todos com palavras e ações, se auto-golpeando também, se punindo, se lamentando e se culpando. Como conseqüência, não apenas chora e se lamenta, mas, pior, perde qualquer esperança e assim “joga a toalha” com enorme facilidade, se prostrando diante dos fatos. Nessa sucessão de desatinos sua energia se escoa mais rapidamente por entre os dedos, deixando-o estarrecido em meio ao “emaranhado” vivenciado, impedindo-o de enxergar possibilidades e de vislumbrar mudanças, criando uma própria barreira que o impede de reagir de forma a reverter o “quadro” vivenciado.
Como se percebe, dentre os diversos “problemas”, o profissional desesperado se menospreza e se faz de vítima o tempo todo, o que compromete e muito a sua produtividade, pois seu foco deixa de ser o trabalho e passa a ser o problema em questão. O que este profissional não visualiza de fato é que este comportamento em nada lhe acrescentará; portanto, falar com um, com outro e outro sobre seu problema, se expondo na maioria das vezes como vítima, em nada resolverá; ao contrário, poderá levá-lo à expulsão da empresa.
Atente-se, porém, que as conseqüências advindas do desespero são tão negativas para as pessoas como para as empresas. Assim, quando falamos de desespero, os prejuízos são inúmeros para ambos. Todos saem perdendo, tanto o profissional como a empresa.
Neste sentido, para evitar futuros transtornos, em meio a tantos “dilemas” e/ou “problemas”, torna-se de fundamental importância que o profissional tenha empatia, inteligência intra-pessoal e inter-pessoal; assim, terá maior capacidade de se conhecer melhor, e através de uma auto-avaliação e de uma auto-análise, verificar de fato os seus comportamentos, bem como suas atitudes, diante das circunstâncias da vida. Com esta estratégia certamente terá a sabedoria de entender, lidar e liderar pessoas.
Ainda a propósito salientamos que, quando o profissional possui a sabedoria de acalmar o seu espírito, vive com equilíbrio qualquer problema, seja este de cunho pessoal e/ou profissional, o que corrobora para que o mesmo encontre saídas, soluções e reverta o “quadro” vivido, retirando dos problemas belas lições, e assim, aprendendo, desenvolvendo e crescendo como ser humano.
Conclui-se, destarte, que na sociedade atual, são vários os fatores que corroboram para que o profissional se lance ao desespero, tanto no que tange sua vida pessoal, profissional e/ou empresarial, pois vivemos em meio à era da incerteza. É decisivo compreender que em meio a quaisquer tempestades deve prevalecer a calmaria, isto se pretendermos permanecer no mercado; assim, agir com sabedoria e zelar sempre pelo equilíbrio emocional são fatores primordiais para o sucesso; portanto, é de suma importância conscientizar-se que desesperar-se em meio às circunstâncias da vida é a única coisa que não se pode fazer, pois, em meio ao desespero, o profissional será imediatista, agindo muitas vezes por impulso, sem pensar, raciocinar e analisar sobre o fato em questão. E por este viés, num “piscar de olhos” poderá colocar tudo a perder, dessa forma, colocando em risco o que de precioso conquistou: sua vida pessoal, carreira e/ou sua empresa.
27/09/2008 - Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pelo UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora de Empresa e Professora Universitária no Vale do Aço/MG.
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br
Reprodução autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado a autora e o site www.marizetefurbino.com e comunicada sua utilização através do e-mail marizetefurbino@yahoo.com.br


PROFESSOR X


DE EDWIN.MORGAN@ EDU PARA T.SHANNON @GOV
Estimado embaixador Thomas Shannon,
Se algum diplomata americano não souber quem sou eu, o Departamento de Estado terá caído muito de qualidade. Fui embaixador dos Estados Unidos no Brasil de 1912 a 1933. Faça a conta, 21 anos.
Nenhum embaixador nosso ficou tanto tempo num país. Terminada minha missão, continuei em Petrópolis, morando no palácio do Grão-Pará. De lá, fui para o cemitério municipal, onde permaneço.
Antes de escrever esta carta conversei com o Lincoln Gordon (Harvard, 1933; eu sou da turma de 1890). Ele acabou de chegar aqui e conversamos bastante.
Os Estados Unidos e o Brasil vivem uma ocasião rara nas suas relações. Pela primeira vez em muito tempo, precisamos dos brasileiros e é bom que seja assim. Eles podem nos ajudar com o Irã, nos ajudam a conter aqueles dois indígenas dos Andes e seríamos muito ingênuos se deixássemos Lula cair na zona de influência dos europeus, tão desregrados nas suas paixões por esquerdistas latino-americanos com "panache" romântico.
Acho que em Washington vive-se um momento de infantilidade nesse caso em que a Organização Mundial do Comércio autorizou os brasileiros a retaliar por conta do nosso protecionismo com o algodão. O senhor disse que "retaliações provocam contrarretaliações". Nosso governo acaba de anunciar que ficou "decepcionado" com a medida dos brasileiros.
Não podemos ameaçar bilateralmente um país que litigou conosco num foro multilateral e prevaleceu. Sei das nossas conversas com empresários americanos aí no Brasil. Cuidado, embaixador. O maior deles foi o Percival Farquhar. Eu o vi trabalhar no Rio, sobretudo na imprensa. O Farquhar foi dono de quase toda a infraestrutura de transportes públicos, portos, telefonia e eletricidade do Brasil. Perdeu muito, amargurou-se e passou a me odiar, atacando até mesmo minha orientação sexual. Eu mostrei a ele que a embaixada era do governo, e não sua.
Se lhe digo para não dar muita importância aos nossos homens de negócio, rogo-lhe que dê menos atenção ainda aos empresários brasileiros que vão ao seu encontro. A meu juízo, o senhor não deveria tratar com eles assuntos que tramitam ao nível dos dois Estados, mas sou da velha escola, do colarinho duro e do cabelo gomalinado.
Eu conheci episódios que incluíram tristes e gordas propinas para negociadores brasileiros. Sei de outros que nos fizeram concessões de graça, mas não posso contar porque soube desses casos depois que cheguei aqui. Esse tempo acabou. Quando entramos no litígio do algodão, sabíamos que podíamos perder. Tendo perdido, os brasileiros têm o direito de retaliar. Nós não devemos ameaçá-los nem ficar "decepcionados". Basta negociar, negociar e repetir que estamos negociando.
O presidente Obama estabeleceu uma relação invejável com Lula. Coisa sem precedente. Não desperdice a oportunidade.
Despeço-me pedindo um favor. Registre em algum lugar da memória da nossa embaixada que é falsa a história segundo a qual eu inventei a caipirinha. Será que alguém é capaz de acreditar que seria necessário um gringo para juntar limão à cachaça? Acho que a lenda nasceu porque eu oferecia daiquiris nas minhas recepções. Afinal, servi em Cuba antes de vir para este adorável país.
Com meus cumprimentos e os votos pelo seu êxito
Edwin Vernon Morgan
Elio Gaspari – Fonte: Folha de S.Paulo – 10/03/10.


PROFESSORA PASQUALINA


OS LIVROS FICAM
Aos 95 anos, morre José Mindlin, o empresário e intelectual paulistano que se devotou a um empreendimento extraordinário: a formação da maior e mais relevante biblioteca privada do país, com 45 000 volumes.
Aos 13 anos, José Mindlin entrou num sebo de São Paulo e comprou seu primeiro livro: um exemplar do Discurso sobre a História Universal, volume datado de 1740 e escrito pelo bispo francês Jacob Bossuet. Aquele título seria a pedra inaugural de um empreendimento extraordinário. Ao longo dos mais de oitenta anos que ainda teria pela frente, Mindlin constituiu a maior e a mais relevante biblioteca privada do país. A coleção conta com 45 000 volumes. O bibliófilo, empresário e intelectual paulistano chegou a calcular quanto tempo precisaria para absorver todo o conhecimento contido neles: 300 anos. "Como não consegui encontrar a fórmula para viver tanto, resolvi me contentar com o tempo de que disponho – enquanto durar, eu vou aproveitando", declarou certa vez. Internado desde o mês passado em São Paulo em razão de uma pneumonia, Mindlin morreu na manhã do último domingo, aos 95 anos. Ele pode não ter tido tempo para dar conta da leitura de seus livros – mas realizou em vida seu maior sonho, que era garantir o acesso da posteridade a seus tesouros. Em 2006, depois de quinze anos de luta contra entraves burocráticos, Mindlin consumou a transferência da parte de seu acervo dedicada ao Brasil, com 25 000 volumes, para a Universidade de São Paulo. Costumava justificar sua generosidade com uma frase atribuída ao escocês Andrew Carnegie, o homem mais rico dos Estados Unidos no início do século XX: "Os homens passam, mas os livros ficam".
Filho de imigrantes judeus russos, Mindlin nasceu em São Paulo, em 1914. Foi do pai que herdou a paixão pela cultura e pela arte. Teve contato, desde cedo, com estudiosos e escritores, como Mário de Andrade. Paralelamente ao culto dos livros, desenvolveu uma trajetória profissional bem-sucedida. Aos 15 anos, iniciou sua carreira como jornalista no diário O Estado de S.Paulo. Mais tarde, cursaria direito na Universidade de São Paulo e faria cursos de extensão em Nova York. A atuação na advocacia foi o prelúdio de seu grande passo como empreendedor: a fundação da Metal Leve, fabricante de peças automotivas, em 1949. Mindlin fez dela um exemplo de empresa nacional moderna. A Metal Leve chegou a ter 7.000 funcionários e duas fábricas nos Estados Unidos. Em 1996, o empresário vendeu a companhia para a maior concorrente, a alemã Mahle – e passou a devotar-se em tempo integral à sua coleção.
Mindlin também foi um homem público de atuação exemplar. Ainda nos tempos de O Estado de S.Paulo, desenvolveu uma tática para enfrentar a censura da Revolução de 1930: para confundir a escuta telefônica, passava instruções à sucursal carioca do jornal em inglês. Em 1975, com o país sob a ditadura militar, Mindlin assumiu a Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo – e logo enfrentaria um duro golpe com a prisão e a morte nos porões da repressão de Vladimir Herzog, que ele próprio havia indicado para chefiar o jornalismo da TV Cultura. Irredutível em seus princípios, pediu demissão do cargo. "Mindlin foi uma grande figura como pessoa, intelectual e também, num certo momento, uma grande figura política, quando soube defender a liberdade de imprensa", declarou em seu velório o governador de São Paulo, José Serra. Em 2006, o empresário conquistaria outra deferência: foi eleito imortal da Academia Brasileira de Letras.
Na casa espaçosa em que moravam, Mindlin e sua mulher, Guita (falecida há quatro anos), cuidaram por seis décadas de sua coleção. Entre as raridades figuram a primeira edição de Os Lusíadas, de Luís de Camões (de 1572), os originais de Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa (corrigidos pelo autor), e a primeira edição ilustrada dos Triunfos, de Petrarca, impressa em 1488 e seu livro mais antigo. No fim da vida, míope e vítima de uma deformação na retina, Mindlin já não conseguia se debruçar sobre as obras sozinho. Passou então a recorrer a amigos, universitários e empregados para fazerem isso por ele. "Tenho obsessão de ler e reunir livros. Um pouco patológica, mas mansa – porque não faz mal a ninguém e me faz sentir bem", dizia.
Memória - Bruno Meier - Fonte: Veja - Edição 2155.
José Mindlin - http://www.brasiliana.usp.br/


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