Faculdade Mental
NOSSOS COLUNISTAS - 25/11/2006
  

100SACIONAL - SÓ AS MELHORES DE NOSSOS COLUNISTAS - PROFESSORA PASQUALINA/PROFESSOR X

PROFESSORA PASQUALINA


Após longas reuniões, o contrato entre o FM e eu, professora Pasqualina, foi firmado, e, com muito orgulho e satisfação, darei início aos nossos trabalhos.
A maioria dos cidadãos brasileiros considera a língua portuguesa complexa, justificando erros na fala e na escrita. Uma explicação simplificada para essa realidade é a "distância" entre a linguagem oral (coloquial-informal) e a linguagem escrita (formal-gramática normativa).
Não devemos, contudo, considerar argumentos como esses, justificativas para uma comunicação incorreta, repleta de falhas as quais prejudicam substancialmente o entendimento entre o emissor e receptor do texto.
Para aperfeiçoarmos o uso deste código que é a linguagem falada e, principalmente, a escrita, comecemos analisando o texto abaixo.
 
A fim de ajudá-los nessa "correção", observem:
a) Os tempos verbais utilizados pelo autor do texto;
b) O significado das palavras no contexto;
c) As conjunções;
d) Outros problemas.


Fonte: O Estado, 22/06/1989.


Título histórico no Rio.


Botafogo, glorioso campeão invicto.


Maurício devolve à torcida a oportunidade de festejar o título depois de 21 anos.  
O Botafogo conquistou o título de campeão carioca de 1989, ontem à noite, com uma vitória por uma a zero diante do Flamengo, gol do ponta Maurício, aos 12 minutos do segundo tempo. Eufórica, a torcida botafoguense comemorou como nunca a conquista, pois o grito de campeão estava preso à garganta desde 1968. O Botafogo, com inteiros méritos, consegue um título inédito e invicto depois de 21 anos.
O Flamengo, que precisava da vitória ou empatar para forçar uma terceira partida no final de semana, começou pressionando o Botafogo, tentando o gol desde o início. Mas as tentativas sempre esbarraram na garra, disposição e bom posicionamento da defesa adversária.
A maior chance do Flamengo aconteceu numa cabeçada do zagueiro Wilson Gotardo, para trás, numa dividida com Bebeto, onde Ricardo Cruz fez excelente defesa, desviando para escanteio. O Botafogo, muito recuado, não chutou uma bola sequer contra o gol de Zé Carlos.
No segundo tempo o Flamengo voltou com a mesma disposição, mas não contou com a contusão de Zico, o melhor articulador de suas jogadas. Zico pediu substituição, mas antes de sair de campo cobrou uma falta com perfeição, quase marcando o primeiro gol, as 10 minutos. Foi só.
Na primeira descida para o ataque o Botafogo calou a barulhenta torcida do Flamengo. As 12 minutos , numa jogada de feito de Mazolinha pela direita, a bola foi cruzada para a área. Leonardo e o goleiro Zé Carlos falharam e Maurício aproveitou de primeira, marcando um golaço, consagrador.
O Flamengo perdeu as forças e ainda viu-se ameaçado aos 34 minutos, com uma cabeçada de Paulinho Criciúma no travessão. Mas a noite era mesmo do Botafogo.         


Aguardo ansiosamente por mensagens e retornarei a semana que vem com a minha análise.


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Aqui estou eu, retornando das férias e já sonhando com as próximas, mas, de qualquer forma, feliz em retomar as atividades do nosso jornal “Faculdade Mental”.
Espero que todos tenham se divertido e descansado bastante durante o mês de julho e voltado com força total para o segundo semestre do ano de 2006.
Aos calouros, bem-vindos à coluna da Professora Pasqualina.
Como todo bom professor, na última edição do jornal no mês de junho, deixei algumas atividades para os meus caros leitores, portanto vamos às correções e explicações.
Respostas:    
a) Reformam - se roupas sociais. (reformar)
b) Dão - se aulas de português e literatura. (dar)
c) Fazem - se apenas reparos urgentes. (fazer)
d) Indaga - se de tudo. (indagar)
e) Necessita - se urgentemente de cadernos e lápis nesta escola. (necessitar)
f) Lêem - se livros clássicos com tranqüilidade e normalidade? (ler)
     
Os casos em que somente o contexto pode definir o plural, estão entre parênteses:
a) Ainda não se descobriram os verdadeiros responsáveis pelo golpe (ou golpes).
b) Demoliram-se os prédios mais antigos da cidade (ou das cidades) sem nenhuma consulta ao Patrimônio Histórico.
c) Duvida-se dessas novas decisões da diretoria (ou das diretorias).
d) Mantiveram-se as decisões do representante (ou representantes) de turma sem questionamento (ou questionamentos).
e) Hoje em dia, fala-se do tema sexual com muito mais naturalidade.
f) Não se fazem mais homens como antigamente.
g) Precisa-se de professores com título de mestrado.


Espero que vocês não tenham tido dificuldades para responder às questões, mas, caso precisem de esclarecimentos, é só enviar um e-mail e retornarei com muito prazer.
Boa semana!


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Nesta semana, na coluna “Falô no FM? Tá falado”, li o artigo da leitora Raquel Ferreira Lima em resposta a uma brincadeira de um leitor quanto a uma construção gramatical usada por ela, a qual, talvez, causou estranheza ao leitor em questão e outros, pois faz referência a uma empresa ser entrevistada e não uma pessoa ou pessoas representantes dessa instituição.
Considerei a argumentação da leitora excelente, demonstrando conhecimento das regras gramaticais e da semântica da língua. Também não me espantam dúvidas dessa natureza, somos usuários de uma linguagem riquíssima, porém realmente difícil e pouco explorada por nós.
Muitas são as construções conotativas (conotação: significado emocional ou avaliativo de acordo com as experiências de cada um. É o sentido subjetivo. MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar. Português Instrumental. 23 ª ed. Porto Alegre, RS : Editora Sagra Luzzatto, 2002. pág. 42) usadas por todos nós todo o tempo,                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                           não nos damos conta disso. Algumas delas estão tão bem incorporadas em nosso vocabulário “que passam batido” e outras estão tão distantes do uso cotidiano que nos causam desconforto ao     ouvi-las e muito mais ao usá-las.
Observem exemplos de concordância ideológica (“Silepse: ocorre esta figura quando efetuamos a concordância não com os termos expressos mas com a idéia a eles associada em nossa mente.” CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. 45ª ed. São Paulo, SP: Companhia Editora Nacional, 2002. pág. 577):
- “A certa altura, a gente tem que estar cansado.” (Fernando Pessoa)
Silepse de gênero (a gente – feminino, cansado – masculino)
- “O casal de patos nada disse (...) espadanaram, ruflaram e voaram embora.” (Guimarães Rosa)
Silepse de número (casal – singular, espadanaram (...) – plural)
- “Aliás todos os sertanejos somos assim.” (Raquel de Queirós)
Silepse de pessoa (todos – terceira pessoa do plural , somos – primeira pessoa do Plural)
Construções como essas acima são muito encontradas em textos de grandes escritores e possuem respaldo de conceituados gramáticos e lingüistas. Podem ser usadas por todos nós, mas gostaria de fazer um alerta àqueles que assim o fizerem: muito cuidado, caso tenham dificuldades em outros pontos gramaticais, essas construções podem ser avaliadas como erro, portanto, evite-as.
Para encerrarmos, outro conselho: em dissertações é preciso usar a norma culta, não significa produzir um texto recheado de palavras “difíceis”, construções incomuns e sim escrever de maneira clara e objetiva. Muito cuidado também com a acentuação, não confiem inteiramente na correção feita pelo computador.
Bom feriado de 7 de setembro a todos; aproveitem para refletir a respeito da nossa “in...dependência” e como podemos, enquanto cidadãos acadêmicos (minoria em nosso país), mudar tal panorama às vésperas das eleições.


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Já com “novo” presidente e com a esperança de dias bem... bem melhores... iniciamos esta semana com algumas dicas de monografia e conseqüentemente vamos abordar nas próximas edições um pouco a redação dissertativa.
Monografia implica pesquisa séria com iniciação metodológica ou retomada de investigações anteriores, podendo ser: experimental (uma nova pesquisa); descritiva (aplicada através de enquetes e questionários); histórica (fatos relatados e interpretados imparcialmente); ou filosófica (questionamento de uma realidade).
A elaboração de uma monografia requer um processo cuidadoso, o qual será acompanhado pelo professor orientador, obviamente, porém quanto mais conhecimento o aluno obtiver a respeito da confecção desse tipo de trabalho e boa produção de texto, menos dificuldades enfrentará para realizá-lo.
A primeira fase segue o seguinte esquema:
a) Eleição do Assunto
   Deve ser feita a partir das possibilidades reais e a preferência de cada aluno.
b) Tópicos Abordados
   O assunto deve ser bem delimitado, ou seja, o mais específico possível, já que o trabalho monográfico é um estudo detalhado, a partir de leitura bibliográfica extensa. Tópicos extensos não são possíveis de serem bem elaborados, o autor não terá “tempo” em aprofundar-se em tudo o que se propôs a abordar. 
c) Projeto de Trabalho
   Há um esquema a ser seguido, mas, logicamente, deve haver uma flexibilidade à medida que o trabalho se desenvolva:
1.  Título geral
2.  Justificativa
3.  Delimitação do problema
4.  Tipo de pesquisa
5.  Objetivos
5.1 – Objetivos Gerais
5.2 – Objetivos específicos
6.  Método
6.1 – Fonte
6.2 – Instrumento
6.3 – Procedimentos metodológicos
6.4 – Organização dos resultados
7.  Cronograma
8.  Custos
9.  Referências bibliográficas
d)  Eleição de uma Bibliografia Possível
    (Leitura Extensiva)
    Além da bibliografia, uma série de informações, documentos, dados, artigos, textos serão cuidadosamente coletados e reunidos para um posterior critério seletivo.
e) Coleta de Dados e Fichamento das Leituras com Referência Completa
   Todas as informações e todo o material reunido serão analisados e a referência bibliográfica deverá ser anotada, facilitando o trabalho posterior.
f) Revisão do Sumário
   No decorrer da pesquisa, poderá ocorrer uma alteração nos tópicos, visto que o aprofundamento pode implicar uma nova linha de trabalho.
g) Revisão da Bibliografia
   (Leitura Aproveitável)
   É o momento de analisar a leitura que realmente respaldou a pesquisa. Somente aquela citada no corpo do trabalho deverá constar na bibliografia final.
h) Redação Provisória
   O texto poderá ser alterado pelo professor orientador, por isso essa redação é necessária.
i) Redação Final
   O texto deve ser claro, objetivo, conciso, livre de repetições desnecessárias e seguir o padrão culto da língua, não deve haver vocabulário excessivamente formal.
Aos alunos que estão passando para o último período, lembrem-se de que alguns tópicos já podem ser trabalhados não é preciso esperar pelo professor orientador; e àqueles que estão em outros estágios, lembrem-se, também, de que nunca é cedo demais para começar a se estruturar “cientificamente”.
Na próxima edição, vamos continuar com a monografia e redação. Tenham todos uma ótima semana. 


PROFESSOR X


O aluno cliente
Meus amigos. Nasci pra trabalhar com a educação. Divirto-me com as aulas que dou, tenho o maior prazer em ensinar e, principalmente, em dar apoio diferenciado àqueles alunos que têm dificuldades específicas, seja por momentos difíceis que passam, seja por quaisquer outros motivos. Apenas um tipo de problema me incomoda e, confesso, me deixa possesso: o aluno-cliente. Calma! Não se precipitem nos juízos a respeito dessa fala! Sei muito bem que o aluno é um cliente especial, diria até especialíssimo de nossa instituição. Sei que esse mesmo aluno é o grande responsável pelo crescimento sólido que temos e pela imagem de seriedade que construímos e que ele mesmo divulga com carinho. Refiro-me aquele aluno que acha que o simples fato de ele estar pagando a mensalidade lhe aufere direitos especiais, como se não fossem todos que pagassem. Refiro-me aquele aluno que tem como única arma de argumentação o recibo do pagamento em dia! Como se pagar em dia não fosse uma obrigação! Esse aluno acha que o conhecimento é      automático: virá à sua mente pelo simples fato de ter pagado as mensalidades!E brande os seus recibos com furor, quando o professor lhe prescreve trabalhos onde ele tem que ler alguma coisa (e não é qualquer coisa! São quatro páginas!Que fossem quarenta! Mas eu pago em dia! Argumenta ele insano... e ainda tenho que estudar?).
Calma! Esse aluno é cada vez mais exceção à regra, é minoria. Aqui cabe apenas um desabafo sentido por um professor que teve de escutar isso de um aluno que quase foi reprovado por freqüência (só não o foi porquê teve quatro faltas abonadas em função de viagem a trabalho – me pergunto onde ele estava nas outras dezoito faltas que não foram justificadas), teve direito a duas provas supletivas, seus colegas colocaram seu nome em um trabalho que ele não fez, teve chance de fazer prova especial, solicitou revisão de prova, que foi feita e, apesar de a nota ter sido mantida, e ele ter sido reprovado (difícil de adivinhar a razão...) foi à diretoria reclamar que estava sendo perseguido, que o professor tinha preconceito, que o professor nunca foi com a cara dele e... que ele nunca atrasou a mensalidade e que se continuasse assim, ele preferiria mudar de faculdade...( ir para onde?...).
Dessa forma, aproveito o espaço democrático desse jornal prestigioso para pontuar esse tipo de atitude e deixar no ar uma pergunta: que profissional será esse depois de formado?


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Algarismos Romanos.


No nosso sistema de numeração decimal os números são representados por algarismos arábicos que, na realidade, deveriam ser chamados hindu-arábicos. Os símbolos que utilizamos foram trazidos da Índia para a Europa pelos árabes. Os romanos utilizavam outros símbolos para representar números, num sistema completamente diferente.
Arábico: 1, 5, 10, 50, 100, 500, 1000;
Romano: I, V, X, L, C, D, M.
Os algarismos hindu-arábicos compreendem dez símbolos (0123456789). Com eles representamos qualquer número. 1 significa um, e 100 significa uma centena. Cada símbolo tem o seu valor definido conforme a sua posição no número. Ou seja, o nosso sistema é decimal posicional. Os romanos pensavam de forma diferente. Um é I, e dois é II, e três é III. Cinco é representado por V. Há diferentes símbolos para dez, cinqüenta, cem, quinhentos e mil. Entretanto, como não há símbolos para números maiores é impossível expressar números superiores a 3999.
Acima desse valor os números eram expressos de diferentes modos e de forma inconsistente. Os romanos combinavam seus símbolos: VII (sete) significava 5+1+1. Mas concluíram que VIIII seria muito confuso para nove. Para situações semelhantes, desenvolveram uma outra forma de combinação. O I em seguida ao V representava uma adição ao cinco (VI é 6). Mas colocado antes deveria ser subtraído do V (IV é quatro). A regra permitia somar até três (VIII é oito), mas somente subtrair um (IX é nove). Essa regra é aplicável para números maiores.
MDCCCLXXXVIII é 1000+500+100+100+100+50+10+10+10+5 +1+1+1 ou 1888
MCMXCIX é M CM XC IX ou 1000+(1000-100)+(100-10)+(10-1) ou 1999
Como os romanos escolheram seus símbolos? Os romanos faziam contagem digital - utilizavam os dedos. I ou II ou III são diferentes representações de dedos. E o que são cinco dedos? A mão! O polegar e o dedo mínimo formam um V. Um símbolo bem mais fácil em relação ao desenho de uma mão. Dez dedos são duas mãos, e X representa dois "Vs" (em sentidos opostos).


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Hoje vou passar para vocês uma mensagem que recebi de um amigo e achei muito interessante, decidindo compartilhar como todos os nossos leitores:


“Como aprender a escrever 400 palavras em Inglês em apenas um minuto”


Se você pensa que é brincadeira, experimente ler toda esta matéria e depois me conte. Comece logo a estudar Inglês que, diferentemente do que você pensa, é extremamente fácil de aprender. Basta apenas seguir algumas regrinhas elementares. Mas, antes de tudo, quero explicar que as regras abaixo apresentam uma ou mais exceções, o que demonstra duas coisas:


Primeiro: que tais exceções só servem precisamente para confirmar as regras
Segundo: que é bem preferível, errar numa ou noutra ocasião e aprender 400 palavras em inglês num minuto, do que ficar preocupado com a rara exceção... e não aprender nada.


Regra 1
Para todas as palavras em português que terminem em DADE (como a palavra cidade) retire o DADE e coloque em seu lugar TY e assim CIDADE passou a ser CITY. Veja agora um pouco das cento e tantas palavras que você já aprendeu nestes primeiros vinte segundos de leitura desta aula:
CIDADE == CITY
VELOCIDADE == VELOCITY
SIMPLICIDADE == SIMPLICITY
NATURALIDADE == NATURALITY
CAPACIDADE == CAPACITY


Regra 2
Para todas as palavras em português que terminem em ÇÃO (como a palavra NAÇÃO) tire fora o ÇÃO e coloque em seu lugar TION. Assim a palavra NAÇÃO passou a ser NATION (as respectivas pronúncias não importam no momento, e além disso você estaria sendo muito mal-educado querendo exigir demais numa aula de graça!). Vejamos agora algumas das centenas de palavras  em que a  maioria se aplica essa regra:
SIMPLIFICAÇÃO == SIMPLIFICATION
NAÇÃO == NATION
OBSERVAÇÃO == OBSERVATION
NATURALIZAÇÃO == NATURALIZATION
SENSAÇÃO == SENSATION


Regra 3
Para os advérbios terminados em MENTE, tire o MENTE e em seu lugar coloque LLY. (Mas, quando o radical em português termina em L, como na palavra TOTALMENTE, acrescente apenas LY). Veja a seguir algumas delas:
GENETICAMENTE == GENETICALLY
NATURALMENTE == NATURALLY
ORALMENTE == ORALLY
Regra 4
Para as palavras terminadas em ÊNCIA (como no caso de ESSÊNCIA), tire o ÊNCIA e em seu lugar coloque ENCE.  Eis algumas delas a seguir:
ESSÊNCIA == ESSENCE
REVERÊNCIA == REVERENCE
FREQÜÊNCIA == FREQUENCE
ELOQÜÊNCIA == ELOQUENCE


Regra 5
E para terminar esta aula, ficando ainda com mais água na
boca, aprenda a última e a mais fácil delas (há um monte de outras regrinhas interessantes, mas não disponho aqui de espaço para tudo). Para as palavras terminadas em AL (como na palavra GENERAL), não mude nada. Escreva exatamente como está em português. Veja alguns exemplos:
NATURAL == NATURAL
TOTAL == TOTAL
GENERAL == GENERAL
FATAL == FATAL
SENSUAL == SENSUAL


Conforme você acaba de ver, a menos que seja um leitor preguiçoso e lento, não foi preciso gastar mais de um minuto para aprender 400 palavras em inglês.


Mario Giubicelli. Jornalista brasileiro que há 30 anos trabalha na Casa Branca como intérprete.
 
Até a próxima semana pessoal.


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Alô amigos. Espero que tenham tido boas férias.
Atendendo a pedidos, vou publicar novamente a origem da palavra "CARALHO". 
O que significa “CARALHO”?
Segundo a Academia Portuguesa  de Letras, "CARALHO" é a palavra com que se denominava a pequena cesta que se encontrava no alto dos mastros das caravelas, de onde os vigias prescrutavam o horizonte em busca de sinais de terra.
O CARALHO, dada a sua situação numa área de muita instabilidade (no alto do mastro) era onde se manifestava com maior intensidade o rolamento ou movimento lateral de um barco.
Também era considerado um lugar de "castigo" para aqueles marinheiros que cometiam alguma infração a bordo.
O castigado era enviado para cumprir horas e até dias inteiros no CARALHO e quando descia ficava tão enjoado que se mantinha tranquilo por um bom par de dias. Daí surgiu a expressão:
“MANDAR PRO CARALHO"
Hoje em dia,CARALHO é a palavra que define toda a gama de sentimentos humanos e todos os estados de ânimo.
Ao apreciarmos algo de nosso agrado, costumamos dizer:
“ISTO É BOM PRA CARALHO”
Se alguém fala conosco e não entendemos, perguntamos:
Mas que CARALHO você está dizendo?
Se nos aborrecemos com alguém ou algo, o mandamos pro CARALHO.
Se algo não nos interessa dizemos: NÃO QUERO SABER NEM PELO CARALHO.
Se, pelo contrário, algo chama nossa atenção, então dizemos: ISSO ME INTERESSA PRA CARALHO.
Também são comuns as expressões: Essa mulher é boa pra CARALHO (definindo a beleza);
Essa dona é feia pra CARALHO(definindo a feiura);
Esse filme é velho pra CARALHO (definindo a idade);
Essa mulher mora longe pra CARALHO (definindo a distancia);
Enfim, não há nada que não se possa definir, explicar ou enfatizar sem juntar um “CARALHO”.
Se a forma de proceder de uma pessoa nos causa admiração dizemos:
"ESSE CARA É DO CARALHO"
Se um comerciante está deprimido pela situação do seu negócio, exclama: “ESTAMOS INDO PRO CARALHO”.
Se encontramos um amigo que há muito não víamos, dizemos:
PORRA,  POR ONDE CARALHO VOCÊ TEM ANDADO?
É por isso que lhe envio este cumprimento do CARALHO e espero que seu conteúdo o agrade pra CARALHO, desejando que as suas metas e objetivos se cumpram, e que a sua vida, agora e sempre, seja boa pra CARALHO. 
A partir deste momento poderemos dizer "CARALHO", ou mandar a alguém pro "CARALHO" com um pouco mais de cultura e autoridade acadêmica ...
E TENHAM UMA SEMANA FELIZ! “UMA SEMANA DO CARALHO”


Abraços

 

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