Faculdade Mental
MANCHETES DA SEMANA - 10/09/2009
  

NEW YORK - 12 DE SETEMBRO DE 1609

BIG APPLE - PASSADO E PRESENTE


English:
http://ngm.nationalgeographic.com/2009/09/manhattan/miller-text
http://ngm.nationalgeographic.com/2009/09/mannahatta/mannahatta-animation
http://themannahattaproject.org/
Quando Henry Hudson chegou a Manhattan, em 1609, o que foi que ele viu?
Ao recuar quatro séculos os ponteiros do relógio, os ecologistas revelaram a aparência da ilha de Manhattan naquele setembro à tarde quando Hudson chegou de navio à enseada de Nova York.
De todos os visitantes de Nova York nos anos recentes, um dos mais surpreendentes foi um castor chamado José. Especula-se que ele teria vindo a nado pelo rio Bronx desde o suburbano condado de Westchester, ao norte. Ele simplesmente deu as caras, em uma manhã invernal de 2007, numa barranca do rio próximo ao Zoológico do Bronx, onde arrancou pedaços de salgueiro às mordidas e fez uma toca. "Se você me perguntasse naquela ocasião quais seriam as chances de existir um castor no Bronx, eu teria respondido que eram zero", diz Eric Sanderson, ecologista da Wildlife Conservation Society-WCS com sede no zoo. "Não há castores em Nova York há mais de 200 anos."
Durante os primórdios do século 17, quando a cidade era uma aldeia holandesa chamada Nova Amsterdam, os castores sofreram caça extensiva por causa de sua pele, que era moda, então, na Europa. O comércio de peles tornou-se um negócio tão lucrativo que um par de castores passou a figurar no símbolo oficial da cidade, e é assim até hoje. O animal de verdade, porém, desapareceu. É por isso que Sanderson se mostrou cético quando Stephen Sautner, diretor assistente de ciência e conservação da WCS, contou-lhe ter encontrado evidências da presença de um castor ao caminhar pela margem do rio. Provavelmente é só um rato almiscarado, pensou Sanderson.
Mas, ao pular uma cerca de tela de arame que separa o rio de um dos estacionamentos do zoo, Sautner e ele toparam com a toca de José bem ali onde o primeiro afirmou que estava. Ao voltar, uma semana depois, deram de cara com o próprio José. "Começava a escurecer", conta Sanderson. "Estávamos na margem do rio quando, de repente, vimos o castor. Ele veio nadando em nossa direção, daí passou a descrever círculos no rio. A gente se afastou um pouquinho, e ele começou a dar aquele sinal de alarme com o rabo na água, slap, slap. Achamos melhor cair fora."
A volta do castor à Big Apple foi celebrada pelos conservacionistas que passaram mais de três décadas restaurando a saúde do rio Bronx, antigo ponto de desova de carros abandonados e lixo. José ganhou esse nome em homenagem a José E. Serrano, representante do Bronx no Congresso que levantara mais de 15 milhões de dólares para financiar a limpeza do rio.
Para Sanderson, a história de José significava mais. Durante quase uma década ele liderou um projeto da WCS cujo plano era visualizar com a maior precisão possível o aspecto da ilha de Manhattan antes que a cidade crescesse. O projeto ganhou o nome de Mannahatta, "ilha de muitas colinas", na língua do povo lenape, que habitava a região quando o navegante inglês Henry Hudson, sob a bandeira holandesa, descobriu o lugar. Trata-se de um esforço para dar marcha a ré no calendário até a tarde de 12 de setembro de 1609, pouco antes de Hudson e sua tripulação adentrarem a enseada de Nova York.
Se as pessoas de hoje pudessem ter ideia da maravilha em que Hudson pôs os olhos, talvez se batessem com mais denodo pela preservação de outros lugares selváticos, pensava Sanderson. "Queria que elas se apaixonassem pela paisagem original de Nova York", diz. "Eu queria mostrar quão grandiosa pode ser a natureza quando está funcionando bem, de posse de todos os seus componentes, num lugar que, em geral, imagina-se desprovido de qualquer natureza."
Bem antes de ver suas colinas terraplanadas e seus alagados virarem chão pavimentado, Manhattan era uma selva extraordinária com enormes árvores - castanheiros, carvalhos -, brejos de água salgada e campos com perus selvagens, alces e ursos-negros, "a mais aprazível terra que se possa trilhar", relatou Hudson. Praias de areia sucediam-se de ambos os lados da costa da estreita ilha de 21 quilômetros de comprimento, onde os lenapes se banqueteavam de ostras e mexilhões. Mais de 100 quilômetros de riachos fluíam por Manhattan, a maioria dos quais abrigando um castor ou dois, o que torna a aparição de José, segundo Sanderson, um raro vislumbre de como as coisas eram naquela época.
"É difícil acreditar hoje que 400 anos atrás havia um pântano com bordos vermelhos em Times Square", comenta ele enquanto espera o farol abrir para atravessar a Sétima avenida. De jeans pretos e blusão, ele não parece diferente dos turistas a seu lado. Mas, ao contrário deles, em sua cabeça ele segue uma trilha ao longo de um riacho que sumia debaixo da entrada do Marriott Marquis Hotel, na esquina da Broadway com a rua 46. "Bem ali existia um açude de castor”, diz ele, sob o rumor de um ônibus que passa. “Deve ter sido um bom lugar para cervos, marrecos e outros animais que têm a ver com cursos d’água, como a truta-de-arroio e a enguia.”
Sanderson concebeu o Projeto Mannahatta numa noite de 1999, depois de comprar um desses livros especiais, tipo coffee-table book, com os mapas históricos da cidade. Migrado recentemente do norte da Califórnia para Nova York, ele tinha curiosidade de saber como ela surgira. “A paisagem de Manhattan foi tão transformada que você fica se perguntando o que havia aqui antes”, conta. “Há ângulos nesta cidade em que você não vê nenhum ser vivo, tirando algum ser humano ou cachorro. Nada de árvore ou planta. Como esse lugar ficou assim?”
Um mapa, em particular, fisgou seu olhar: uma ilustração de 1782 ou 1783 mostrando colinas, riachos, pântanos, estradinhas, pomares e fazendas por toda a ilha - algo que nenhum outro mapa da época exibe. Com mais de 3 metros de comprimento e 1 de largura, esse mapa foi concebido por cartógrafos militares britânicos durante os oito anos de ocupação de Nova York, em plena Revolução Americana. Mais tarde denominado "Mapa do Quartel-General Britânico", exiba a topografia da ilha em detalhes pouco usuais. Isso porque os oficiais britânicos necessitavam dessas informações ao planejar a defesa de Nova York. Para Sanderson, o mapa apresentava oportunidade única de sumir com os arranha-céus e o asfalto, possibilitando vislumbrar pelo menos em parte a paisagem original da ilha.
O que aconteceria, ele especulava, ao se sobrepor um mapa de ruas da atual cidade sobre essa concepção do século 18? Será que algumas coisas encaixariam? Para descobrir isso, Sanderson recrutou familiares e amigos, a começar por sua mulher, Han-Yu Hung, e seu filho caçula, Everett, para acompanhá-lo em expedições de fim de semana a lugares assinalados no mapa antigo dos britânicos que ainda existiam. A Igreja Trinity, na Baixa Manhattan, por exemplo, fora fundada em fins do século 17. Conforme se pode ler em uma típica lápide no cemitério da igreja, "Aqui jaz o corpo de John Abrell, que partiu desta vida em 10 de janeiro de 1762, aos 40 anos".
Uma vez que o cemitério pode ser localizado tanto no Mapa do Quartel-General Britânico quanto no atual, Sanderson pôde fincar um alfinete virtual, por assim dizer, em ambos os mapas, depois de aferir as coordenadas do local com um GPS e transferir os dados para uma versão digitalizada do mapa antigo. Depois de repetir o mesmo processo em 200 lugares diferentes, ele e sua equipe puderam estabelecer as equivalências entre o mapa antigo e o atual. Tudo com uma precisão de meio quarteirão, desses do norte de Manhattan, ou seja, uns 40 metros. Para Sanderson, isso trouxe uma dimensão nova à moderna paisagem da cidade. Ele agora podia se postar em qualquer canto de Manhattan e, mais ou menos, divisar o que havia lá em 1782.
Considere o ligeiro aclive da Quinta avenida à medida que você passa pela Biblioteca Pública de Nova York. "Há uma razão pela qual dá para ver deste ponto a cabeça das pessoas alguns quarteirões à frente", afirma Sanderson. "Aqui era perto da colina Murray, onde, já em 1782, a família Murray tinha uma fazenda e um pomar. Durante a batalha por Nova York, os britânicos aportaram na baía Kips, no East River, e marcharam colina acima, cortando as tropas de Washington ao meio, sendo que uma metade se viu encurralada na Baixa Manhattan. Reza a lenda que a senhora Murray ofereceu chá aos oficiais britânicos. Dessa maneira, eles se detiveram ali na fazenda e, enquanto tomavam seu chá, as tropas de Washington escapuliam pela estrada de Bloomingdale, que é hoje a Broadway."
Apesar de todo o fascínio do mapa britânico, Sanderson não queria parar sua máquina do tempo em 1782. Seu plano era recuar até 1609. Assim, ele e seus colegas removeram do mapa as características adicionadas por colonizadores e soldados, tais como estradinhas, fazendas e fortificações, até reduzirem sua versão digitalizada do mapa a pontos de referência básicos da paisagem física: o traçado costeiro, as colinas, a vegetação, os cursos d’água e as cacimbas. Sanderson acostumara-se a decompor conceitualmente os ambientes selváticos para entender como funcionam, dividindo uma floresta no Gabão, por exemplo, em suas camadas geológica, hidrológica, ecológica e cultural. Agora, preparava-se para reconstituir a paisagem da base, a começar do terreno, preenchido logo depois com todas as plantas e os animais que teriam existido ali.
Seu primeiro passo foi listar os vários ecossistemas que eles poderiam assumir com segurança terem existido na ilha, tais como florestas, pântanos ou planícies, julgando com base nos tipos de solo, nas precipitações de chuva e por aí afora. Por estar localizada na intersecção de regiões geográficas diversas, Manhattan não tinha apenas os espruces das florestas do norte mas também magnólias das matas do sul, aves de arribação vindas das rotas migratórias próximas e até peixes tropicais trazidos pela corrente do golfo no verão. Ao todo, identificaram 55 comunidades ecológicas diferentes. "Era um lugar com incrível diversidade", conclui Sanderson. "Se a ilha tivesse permanecido do jeito que era naquela época, poderia ter virado um parque nacional."
Uma vez identificados os ecossistemas, eles já podiam preenchê-los de vida selvagem. Mas que bichos viviam ali e onde? Para ser rigoroso, o grupo de Sanderson deu um passo à frente. Eles identificaram quais seriam as condições de hábitat essenciais para cada espécie. Uma tartaruga-do-pântano, por exemplo, necessita de pradarias úmidas, insetos e um lugar ensolarado para se aquecer. Já um lince requer coelhos e um lar para os filhotes.
Em seguida, fizeram uma lista para cada espécie. Ao estabelecer seu banco de dados, eles descobriram uma densa rede de relações entre as espécies, os hábitats e os ecossistemas na ilha, similar às complexas redes sociais criadas pelas pessoas. Sanderson chamou essa rede de "teia de Muir", em homenagem ao naturalista americano John Muir, o qual certa vez observara que, "quando tentamos considerar algo por si mesmo, descobrimos que esse algo se acha atado por milhares de fios invisíveis e inquebrantáveis a tudo o mais no universo." Sanderson e seu pessoal tentavam tornar visíveis esses milhares de fios.
Considere um castor que tenha vivido em Times Square em 1609. Se você o agarrasse pelo cangote e o retirasse daquela rede de relações, iria descobrir linhas conectando-o a um riacho sinuoso, aos álamos dos quais ele se alimentava, à lama e aos galhos que ele usava para construir sua toca. E não apenas isso: as linhas também o levariam a linces, ursos e lobos, que dependiam dele como presa, e a sapos, peixes e plantas aquáticas que viviam na pequena represa que ele ajudara a criar. "O castor, no fim das contas, é um arquiteto de paisagens, assim como as pessoas", afirma Sanderson. "Você precisa dele para criar focos de inundação na floresta, que matam árvores, que, por sua vez, atrairão pica-paus, que escavam cavidades no tronco que os patos usam como abrigos." Retirar um castor dessa rede desarranja a vida de um punhado de outros residentes, demonstrando a importância de pensar um ecossistema como uma rede de relações.
Ao concluírem a compilação de seu banco de dados, Sanderson e companhia tinham criado a mais detalhada reconstrução científica de uma paisagem jamais empreendida, identificando algo como 1,3 mil espécies e ao menos 8 mil relações a interligá-las umas com as outras e com seus hábitats. Havia uma ironia nisso, Sanderson reconhecia, uma vez que eles estavam descrevendo um lugar que não existe mais. Todavia, os mesmos métodos que produziram um retrato de Mannahatta poderiam ser aplicados a outros lugares selváticos de hoje, como o Parque Estadual da Serra do Mar, no Brasil, ou a floresta do Congo ou ainda as estepes da Mongólia. Se os cientistas dispõem de um modelo que descreve como o meio físico e as espécies interagem, eles podem prever o impacto da mudança climática, da caça e de outros fatores diruptivos.
O próximo passo para o Projeto Mannahatta foi transformar todos esses dados em cenas realistas em 3D. O objetivo de Sanderson, desde o início, era mostrar que cara tinha qualquer ponto da cidade atual - digamos, o ponto de táxi na Sétima avenida diante do Madison Square Garden - há cerca de 400 anos. (O ponto de táxi era um pântano à beira de uma floresta.) Markley Boyer, especialista em visualização, usou, então, um software de modelagem em 3D para povoar cada quarteirão com a correta combinação de carvalhos, riachos, açudes e charcos, de acordo com o banco de dados sobre a teia de Muir.
"Trabalhamos com o mesmo software em 3D que eles usam em Hollywood para criar exércitos digitais marchando por uma planície", diz Boyer. Quem visita o http://themannahattaproject.org/ pode testar a máquina do tempo, bastando digitar qualquer endereço em Manhattan para ver como era aquele quarteirão lá longe, no passado.
Aproveitando que os nova-iorquinos comemoram neste mês os 400 anos da visita de Hudson à ilha, Sanderson espera que seu projeto venha a estimular nova curiosidade sobre a Manhattan de antes da chegada do explorador. "Gostaria que todos os nova-iorquinos tivessem consciência de viver num lugar com esse fabuloso passado ecológico", diz. "Mesmo que tenham de se esforçar um pouco para enxergar isso."
Peter Miller - Fonte: National Geographic - Número 114 - Setembro 2009.


NOVA YORK ACESSÍVEL
Nova York acolhe os cadeirantes. Quem é habituado à realidade brasileira pode até demorar para acreditar em uma cidade sem obstáculos.
Uma sensação de liberdade que nenhuma cidade brasileira oferece a um cadeirante ou pessoa com mobilidade reduzida. É esse o impacto que Nova York, a maior metrópole dos EUA, oferece logo nas primeiras horas para quem está tocando uma cadeira de rodas por suas calçadas amplas, sem obstáculos e com rampas.
Perguntar se um local de grande circulação de pessoas -como museus, lojas e restaurantes- tem condições de acessibilidade chega a causar estranhamento nos nova-iorquinos, que estão acostumados a conviver com pessoas com limitação física ou sensorial.
Mesmo em locais pequenos, como uma cafeteria, há banheiros com portas grandes, barras de apoio e válvula de fácil acionamento. Sem falar do acesso sem barreiras para entrar e sair dos recintos.
Na ilha de Manhattan -a principal de Nova York e que condensa centenas de atrações turísticas, gastronômicas e de lazer-, os transportes são acessíveis. As ruas, em sua grande maioria, são planas e a estrutura urbana é pensada para atender a necessidades diversas.
Para uma pessoa com deficiência que está acostumada às mazelas urbanísticas e sociais brasileiras, até demora um pouco para acreditar e se convencer de que não haverá transtornos para passear na disputada e impressionante Times Square, de que vendedores de lojas chiques irão tratá-la como consumidora -e não como uma pessoa estranha- e de que é possível frequentar qualquer ponto turístico do rol dos fundamentais sem se preocupar com dificuldades de acomodação ou de acesso.
Broadway
Escolher a qual espetáculo assistir entre as dezenas de opções da Broadway é missão muito mais complicada que chegar ao local e ver o show em uma cadeira de rodas.
As casas das principais atrações -"A Bela e a Fera", "O Rei Leão" e "Hair", por exemplo- são preparadas para receber o público com algum tipo de limitação motora. O local designado para o cadeirante geralmente é bem localizado e permite uma visualização perfeita. Contudo, a regra de comprar os ingressos antes deve ser seguida.
Além disso, para comprar a entrada com desconto de 50% o deficiente não precisa ficar na gigantesca fila do ponto de venda da Times Square. Basta ir diretamente à bilheteria do espetáculo a que planeja assistir.
O jornalista Jairo Marques, 34, é cadeirante e autor do blog http://assimcomovoce.folha.blog.uol.com.br.
Fonte: Folha de S.Paulo - 03/09/09.


OBSERVATÓRIO DO EMPIRE STARE É ACESSÍVEL A TODOS
No 86º andar do prédio, há binóculos pagos rebaixados que também podem ser usados por cadeirantes. A experiência de ver Nova York do alto de um de seus arranha-céus é inesquecível e, nos prédios mais tradicionais, totalmente acessível.
Para subir até o 86º andar do emblemático Empire State Building, por exemplo, é preciso apenas paciência e tolerar o amontoado de turistas, uma vez que toda a estrutura do observatório é pensada para os cadeirantes.
Nos quatro cantos da cobertura do edifício, há espaços reservados para pessoas de baixa estatura ou cadeirantes desfrutarem a vista de forma plena.
Os seguranças auxiliam na acomodação quando há pessoas "andantes" no local.
No topo do prédio, há também binóculos rebaixados (US$ 0,25) para uso de crianças e de pessoas com deficiência.
Estátua da Liberdade
Tanto no Empire State Building como em outras atrações nova-iorquinas, pessoas com deficiência pagam a entrada normalmente.
Na Estátua da Liberdade, é preciso comprar o tíquete da balsa -que tem banheiros acessíveis- e outro para o monumento. O passeio até a pequena ilha onde fica a estátua é agradável e as condições de acesso repetem o perfil de NY: calçadas lisas, amplas e muito bem conservadas; ausência de inclinações relevantes ao longo dos percursos; banheiros especiais e prioridade nas filas.
Jairo Marques - Fonte: Folha de S.Paulo - 03/09/09.


AVISOS SOBRE ACESSO ESTÃO POR TODA PARTE
Se os americanos não costumam -ao contrário do brasileiro- oferecer sempre uma ajuda para dar uma "mãozinha" ao cadeirante ou a uma pessoa com deficiência visual para atravessar uma rua, em contrapartida informações para que eles transitem por Nova York de forma independente estão por todos os lados da cidade.
Por trás da escadaria de grandes atrações turísticas, como o Metropolitan (www.metmuseum.org) ou o Museu de História Natural (www.amnh.org), há sempre uma placa bem localizada dizendo onde é o acesso facilitado.
Os principais museus nova-iorquinos possuem também serviços de atenção aos deficientes. Eles oferecem cadeiras de rodas, bengalas e equipamentos de som com descrição das obras, que podem ser usados por cegos. Há ainda planos de visitação mostrando onde é possível encontrar elevadores ao longo das galerias.
Nas entradas de estações de metrô com escadas -a grande maioria-, há indicações sobre a localização de onde é possível encontrar uma via acessível daquela linha nas proximidades.
Mesmo em lojas, restaurantes ou bares em cuja entrada há degraus ou rampas íngremes, é comum se deparar com um adesivo nas portas com uma inscrição do tipo: "Senhor cadeirante, peça ajuda a um dos funcionários para entrar". (JM).


TRANSPORTES SÃO ADAPTADOS
Em NY é possível ao cadeirante usar qualquer tipo de condução pública, com rampas e lugar reservado. Vai de táxi? Nova York tem vários carros acessíveis com o símbolo universal estampado na lateral. De ônibus? Espere num dos muitos pontos devidamente identificados. Os veículos têm rampas e espaço de sobra. Precisa de transporte especial? Ligue para o serviço de atendimento, que manda uma van adaptada o buscar onde for preciso. Quer se sentir livre? Vá de metrô.
Diferentemente da realidade encontrada nas grandes cidades brasileiras, em que o deficiente tem pouca ou nenhuma opção de transporte, em Nova York é possível usar qualquer tipo de condução pública ou prestadora de serviço.
Até os tradicionais ônibus de turismo -aqueles com segundo andar aberto e um guia contando piadas sem graça- têm rampas e espaço reservado.
A opção, porém, só vale para quem quiser fazer um tour rápido pela cidade. O local do cadeirante fica na parte de baixo do ônibus e a visualização é bem comprometida pelos anúncios publicitários estampados na lateral do veículo.
Pegar táxi na Quinta Avenida é um desafio para qualquer um -e não é diferente para o cadeirante. A frota não é exclusiva para deficientes, mas existe.
Para enfrentar uma corrida é preciso ignorar o mau humor de alguns condutores e se esgoelar um tanto para que eles parem. Os carros são equipados com elevador, mas o taxista não costuma ajudar muito na logística do embarque.
Outra opção são as vans adaptadas que atendem com hora marcada (os agendamentos são feitos pelo tel.: 00/xx/1/ 212/877-3372017). O serviço é ideal para quem tem restrições severas de movimento. (JM).
Fonte: Folha de S.Paulo - 03/09/09.


O METRÔ DE NY
Só em Manhattan, a ilha onde fica a maior parte de Nova York, há 28 estações de metrô -e elas acessam 20 linhas- com elevador, espaço para embarque nas plataformas e máquinas para compra de bilhete na altura da cadeira de rodas.
Para os norte-americanos com deficiência devidamente identificados, a tarifa é mais baixa. Já o turista precisa comprar o "Metro Card" e carregá-lo com créditos normalmente.
As entradas e as saídas acessíveis para as plataformas são pelas portas de emergência. É preciso pedir a um funcionário que acione o botão de abertura. Há a opção de abri-las com a barra antipânico. Porém, o alarme pode soar -o que acontece com frequência.
Fazendo uma combinação entre as diferentes linhas, é possível chegar aos principais pontos da metrópole com tranquilidade. Basta pegar o mapa e "estudar" as possibilidades.
Para ir até a região dos museus -ao Metropolitan, por exemplo-, a estação da rua 86, da linha verde, não é acessível, mas o cadeirante pode ir até a estação da rua 72, da linha laranja, que fica perto também.
Ir à estátua da Liberdade, à ponte do Brooklyn e ao Central Park é rápido e confortável para quem usa cadeiras de rodas motorizadas, que são maiores e menos ágeis. Pessoas cegas com cães guias também usam de forma prática os trens.
A estrutura é centenária e os elevadores têm aparência antiga. Mas os equipamentos são seguros e funcionam bem. (JM).
Fonte: Folha de S.Paulo - 03/09/09.


MEMÓRIA CINÉFILA ESTÁ NO DNA E NO CENÁRIO NOVA-IORQUINOS
A memória cinéfila toma de assalto até de quem bota os pés pela primeira vez na Big Apple. Já no desembarque, no aeroporto JFK, a sensação é de que já vimos esse filme. E essa impressão continua quando caminhamos pelas ruas e parques, vemos as pontes sobre o rio Hudson e os prédios. O metrô e os táxis Yellow Cab também estão nesse filme imaginário.
Quando, no dia 11 de setembro de 2001, a irracionalidade dos atentados terroristas solapou os prédios do World Trade Center e apagou milhares de vidas, desapareceu também o cenário de dezenas de longas-metragens -"O Homem Aranha", de Sam Raimi, em produção, teve que refazer cenas em onde apareciam as torres gêmeas.
Percorrer Manhattan com o iPod cheio de músicas inspiradas na cidade mostra que, além das alusões ao cinema, Nova York tem trilha musical. A frase "New York, você é o cenário de todos esses filmes", cantada no show de Simon & Garfunkel no Central Park em 1981, quando a dupla se reencontrou, não poderia ser mais direta. A canção não é deles, e sim de Benny Gallagher e Graham Lyle. Mas na voz de Art Garfunkel, ela toma contornos de Big Apple.
Todo dia há, em diferentes pontos da metrópole que nunca dorme -como Frank Sinatra (1915-1998) trombeteou numa de suas mais famosas canções -alguma produção rodando algum filme, seja longa, média ou curta metragem, filmes publicitários e vídeo-clips.
Nasce um cenário
Ícone da vida nova-iorquina, o Subway, codinome do metrô, foi aberto em 1904 e transporta diariamente 5 milhões de passageiros -e você, certamente, deve tê-lo visto em mais de uma cena de cinema. Aliás, o primeiro filme feito no sistema do NYC Transit teve como autor o inventor Thomas A. Edison (1847-1931), isso já em1904.
A câmara foi montada na frente de um carro do metrô e percorreu a linha da Lexington Avenue. A filmagem não tem som nem enredo, mas ali nasceu uma tradição, ou melhor dizendo, uma paixão literalmente cinematográfica. Na Freebase (www.freebase.com), uma das tantas páginas da Internet dedicadas a filmes que têm Nova York como locação, há 600 verbetes.
A força cênica da metrópole ganhou contornos maliciosos quando as pernas da Marilyn Monroe aparecem em "O Pecado Mora ao Lado" (1955), de Billy Wilder, graças a seu esvoaçante vestido branco -e a um providencial golpe de vento vindo de um respiro do metrô.
Macabro e surpreendente, "O Bebê de Rosemary" (1968), de Roman Polanski, foi rodado no prédio Dakota, o mesmo onde morou e morreu, assassinado na calçada, o beatle John Lennon (1940-1980).
Woody Allen, um nova-iorquino de carteirinha, fez ali diversas de suas obras-primas, com destaque para "Manhattan" (1979), retrato -em preto e branco- de uma Nova York lírica e romântica que, emoldurada pela ponte Queensboro, conta a história de Isaac Davis (Allen), personagem de meia-idade que se apaixona por uma menina de 17 anos chamada Tracy (Mariel Hemingway).
Já a ponte do Brooklyn aparece em "Mais e Melhores Blues", filme de Spike Lee, outro cineasta nova-iorquino. Martin Scorsese, também nativo, ambientou na metrópole filmes violentos e vibrantes que, apenas lançados, viraram clássicos, caso de "Taxi Driver" (1976) e "Goodfellas" (1990).
E há "The Sex and The City", série televisiva edulcorada que virou filme de Michael Patrick King, em 2008, mostrando a relação íntima de quatro amigas em Nova York -a mais conhecida delas é representada pela atriz Sarah Jessica Parker.
Jaime Borquez - Fonte: Folha de S.Paulo - 03/09/09.


NY É UMA CIDADE À PROCURA DE UM ROTEIRO
Aquilo que costumamos chamar de Nova York, de verdade nem existe: é um cenário de filme, dividido em quatro partes: Manhattan, Bronx, Queens, Brooklyn (Staten Island aparece pouco). Uma cidade à procura de um roteiro. Como há muito diretor e roteirista nova-iorquino, ou radicado lá, fica fácil.
Comecemos por Manhattan, até porque quem teve a oportunidade de viver por lá sabe que dificilmente um filme conseguiu capturar mais a atmosfera da metrópole que Woody Allen congelou em sua espécie de autobiografia fílmica.
Em cena, dezenas de paisagens da cidade, mas uma em particular é inesquecível: o skyline da ilha, visto do "promenade" no Brooklyn, de dia e à noite, na abertura ou no encontro dos dois personagens.
Um personagem menos sutil também gostou de Nova York: King Kong refugiou-se no Empire State (e uma vez no topo das torres gêmeas do World Trade Center). Caiu lá do alto, mas na calçada não há marcas.
O prédio, aliás, é cenário de vários filmes de amor e de alguns filmes-catástrofe. Seu topo é um dos alvos dos alienígenas malvados de "Independence Day". Não sobra nada.
Filmes-catástrofe têm especial atração pela Big Apple. Em "Armageddon", meteoritos arrancam um pedaço das torres e na passagem destroem a cúpula do Chrysler Building (o que não deveria ser permitido, em nome da arquitetura).
Em "Impacto Profundo", a onda colossal formada por um pedaço do cometa arranca a cabeça da Estátua da Liberdade e a deixa boiando pela Quinta Avenida (neste filme, aliás, uma onda mata um velhinho sentado na Washington Square, mas ela vem rugindo do lado errado, pelo lado Norte da ilha).
Em "Um dia Depois de Amanhã", a Biblioteca Municipal é a última morada dos jovens heróis, que sobrevivem queimando livros e livros de direito tributário. E os que não acreditam nos livros como fonte de vida morrem de frio embaixo das passagens do Prospect Park.
Godzilla se refugia no Madison Square Garden e no metrô, não depois de arrancar fachadas de prédios e destruir várias pontes. Em "Limite de Segurança", o presidente norte-americano manda jogarem uma bomba de hidrogênio em Times Square, para evitar o apocalipse. Jogam.
E no pós-apocalíptico "Fuga de Nova York", de John Carpenter, as torres gêmeas servem de pista de pouso para planadores. Depois dos atentados, elas mesmas viram foco de filmes sobre o 11 de Setembro.
Entre os seriados, para quem gosta de Nova York, nada melhor do que "Law & Order", ou seu filhote "Special Victims Unit". É sempre em algum endereço da cidade que a trama tem início: Union Square, Prospect Park, a Colúmbia, os parques, o Harlem, Upper West ou Upper East, as torres gêmeas, quando ainda existiam. O seriado diz que trata do crime e da justiça, mas seu assunto mesmo é a cidade. A cidade por definição: Nova York.
Marco Chiaretti - Fonte: Folha de S.Paulo - 03/09/09.


OS SITES DE NOVA YORK
http://www.nyc.gov/
http://www.citysightsny.com/
http://www.nyc-tour.com
http://www.nycgo.com/
http://www.mta.info/nyct/paratran/
http://www.mta.info/mta/ada/
Fonte: Folha de S.Paulo - 03/09/09.


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24/08/2007
III KALOURADA FACULDADE MENTAL/KIWI/NOVA SCHIN >>


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12/07/2007
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29/06/2007
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PAPA E O SANTO BRASILEIRO >>


01/05/2007
A PROMOÇÃO """EU VOU""" NO MOTEL FOREST HILLS CONTINUA QUENTE! JÁ MANDOU SUA MENSAGEM? >>


30/04/2007
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